Conhecendo o Macbook Pro com tela retina

Ontem eu visitei a loja de produtos da Apple iPlace em São Paulo e finalmente conheci o Macbook Pro com tela retina e fiquei realmente impressionado em vários aspectos diferentes, positivos e negativos.

Antes de chegar perto da tela consegui ver o preço da máquina, 10.000 reais é um preço totalmente absurdo por um Notebook, por mais que conte com um HD de 256GB SSD, 8GB de RAM 1600 MHz, processador Intel Core i7 quad core, 2,3GHz com Turbo Boost até 3,3 GHz, Processador gráfico Intel HD 4000 e uma NVIDIA GeForce GT 650M com 1GB de memória GDDR5. O preço é irreal e não se justifica.

A tela é realmente muito bonita, sendo que ao comparar com um notebook comum ou até mesmo com a linha anterior fiquei com a impressão de colocar a tela do iPhone 3GS ao lado do 4S! É uma tela do 4S tamanho família! Os aplicativos instalados como padrão do Mac ficaram muito mais bonitos e com uma definição impressionante, a velocidade do equipamento é muito grande, mas eu não consegui fazer o teste mais importante, a navegação na internet, pois o Macbook Pro era a única máquina da loja sem conexão com a internet.

Outro ponto que merecia um procedimento diferente da loja foi a fixação do notebook na bancada, que impedia o bom e velho teste de fechar o aparelho para sentir melhor  o seu peso nas mãos. Como os equipamentos mais leves como a linha Air ficam soltos para que os consumidores verifiquem seu peso e tamanho compacto, não seria interessante seguir pelo mesmo caminho com o Macbook Pro com tela de retina? Como o aparelho pesa 2kg, ou seja, somente 500gramas mais leve que o modelo sem a tela de retina, pode ser um meio de evitar comparações.

De qualquer forma, apesar de ter gostado muito do equipamento não consegui ficar com uma impressão boa o suficiente para nem pensar em gastar um dinheiro deste tamanho em um notebook, e ainda não consegui encontrar o mercado consumidor dele no Brasil. Hoje volto na loja para ver se a internet está disponível no Macbook Pro com tela de retina e depois conto quais foram as minhas impressões, e se a alta resolução realmente atrapalha o uso com as imagens disponíveis na rede atualmente.

 

6 Comments

  1. Guilherme Faria 20/07/2012
  2. Alessandro 20/07/2012
  3. Julio 20/07/2012
    • rtoledo 23/07/2012
  4. Fabio 20/07/2012
  5. Rubens 20/07/2012

Leave a Reply