Os elevados preços do Galaxy Note 3 e Galaxy Gear no Brasil

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Apesar do tamanho exagerado para o meu bolso eu já comprei as duas primeiras versões do Galaxy Note e só não continuei com o aparelho pois o uso acabou incomodando um pouco com calça jeans. Nesta semana a Samsung anunciou que o Galaxy Note 3 e o relógio Galaxy Gear entrarão em pré-venda no Brasil neste sábado, 5 de outubro, sendo que o valor de venda do Note será de R$ 2.899!

Veja um resumo dos preços dos aparelhos em cada operadora publicado pelo Tecnoblog:

A TIM divulgou os preços ontem. Clientes pré-pagos poderão comprar o Galaxy Note 3 por R$ 2.799. No pós-pago, ele custará R$ 2.299. Quem comprar o Galaxy Note 3 no pré-lançamento, que acontecerá amanhã na loja da TIM no MorumbiShopping, em São Paulo, levará para casa um Galaxy Gear enquanto durarem os estoques.

Na Claro, o Galaxy Gear Note 3 custará R$ 649 no plano Claro Online com 5 GB de dados, 400 minutos de ligações, SMS ilimitado e chamadas de longa distância, válido tanto para atuais clientes quanto para portabilidade. No pré-pago, o aparelho custará R$ 2.699. Os primeiros compradores do Galaxy Note 3 na loja da Claro no MorumbiShopping ganharão uma capa S View.

A Samsung também venderá os aparelhos através do varejo e lojas próprias. O Galaxy Note 3 desbloqueado custará R$ 2.899 na versão compatível com o 4G brasileiro. Ele estará disponível nas cores branca e preta. A empresa também divulgou o preço do relógio Galaxy Gear: ele chegará ao Brasil em seis cores diferentes e terá preço sugerido de R$ 1.299.

O valor não está um pouco elevado no modelo desbloqueado? Acho que por mais que o aparelho esteja carregado de tecnologia e algumas boas novidades, pagar 3.000 por um celular é um exagero.

5 Comments

  1. said:

    Será que isso é só em Sampa? Tem previsão pra vender aqui no Rio?

    5 de outubro de 2013
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  2. Jansen said:

    Até cogitava ter um. Mas 3 mil num celular é algo surreal.

    5 de outubro de 2013
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  3. Bucabala said:

    Se tem idiota que compre, tem mesmo é que ferrar esse povo…

    6 de outubro de 2013
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  4. Ricardo said:

    Pois é, Rodrigo, mas nessa hora,mesmo o consumidor que tem condições de pagar estes altos valores deve se conter e deixar os produtos um tempo acumulando nas prateleiras. Assim forçamos o mercado a reduzir os preços e permitimos à toda a sociedade brasileira pagar valores mais justos pelos aparelhos. Esta é uma prática que devemos adotar para todo produto que julgarmos o preço incompatível.

    Vamos disseminar esta ideia.

    Abraços.

    6 de outubro de 2013
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  5. Antonio said:

    O colega Ricardo está certo. Só temos um jeito de dar certo, boicotar. Como foi que conseguimos baixar o preço das passagens dos ônibus? Protestando. Quem já foi para grandes cidades fora do Brasil, usar um celular top é comum dentro do metro, na rua, etc. Só que no nosso Brasil varonil, pagar caro por um aparelho desses, torna o dono um ser especial. Cultura e educação!

    6 de outubro de 2013
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