Venda de produtos vencidos

Há muito tempo quando trabalhei na rede Sé Supermercados, que foi posteriormente adquirida pelo Grupo Pão de Açúcar, conversando com um colega sobre problemas com produtos com prazo de validade vencido nas gôndolas dos supermercados ele me contou um caso muito interessante.

Em uma viajem ao Canadá ele foi logo passear em um Supermercado para ver como as coisas funcionavam em uma realidade diferente da brasileira, quando encontrou alguns produtos vencidos na área de venda da loja. Neste momento ele solicitou um contato com o gerente do supermercado para conversar um pouco sobre este problema encontrado e como ele era visto pelas pessoas no Canadá. Neste momento ele se apresentou como funcionário de uma rede de supermercados do Brasil e questionou sobre o problema do produto vencido exposto para o público, comentando que no Brasil isso causava problemas super sérios ao gerente da loja e para a empresa. A resposta foi simples, se o produto está vencido, o consumidor não compra, pois ele pode ver a data na embalagem, logo só compra se quiser!

Ontem eu estava lendo o excelente Consumerist, onde encontrei um artigo sobre este assunto, indicando que nos EUA as lojas estão autorizadas a vender alimentos depois de ter passado o chamado, “Melhor até”, “Melhor Antes”, “vender por” ou “até tal data” carimbados nas embalagens. No artigo fica claro que o produto só poderia ser melhor em termos de sabor, consistência ou textura até a data indicada, sendo mais do que claro que após este prazo o consumidor estaria comprando produtos velhos pelo mesmo preço de um mais novo, e que não seria inteligente fazer uma compra assim.

Apesar de ser um excelente avanço, o nosso Código de Defesa do Consumidor trata as pessoas como crianças, incapazes de verificar um simples prazo em uma embalagem, o que leva muitos consumidores, com o velho jeitinho brasileiro, ou ainda com a lei de Gérson atentarem tirar uma vantagem em uma situação dessas.

Se você está fora do Brasil, conte como as coisas funcionam em seu País com relação a data de validade dos produtos vendidos nos supermercados! É muito interessante ver como as coisas funcionam nas mais diversas culturas e países.

22 comentários em “Venda de produtos vencidos

  1. Caro,

    Sigo o seu blog quase diáriamente, mas nunca intervi, por isso há sempre uma primeira vez.
    Em relação a este tema discordo do seu ponto de vista. Na minha perpectiva, não se trata de ver os consumidores como crianças, mas sim de lhes facilitar a vida ao máximo, não lhes vendendo um produto de inferior qualidade ou até prejudicial. Por muitas vezes, as compras são feitas à pressa e se não houver consequências para quem vende produtos fora de prazo, o que acontece é que começamos a assistir a abusos e podemos ver o dia em que as parteleiras só terão produtos em fim de prazo e obrigar os cosumidores a perder o dobro ou o triplo do tempo em compras, porque têm que verificar cada embalagem. É a minha opinião.
    Continuação deste excelente blog!

  2. Discordo de você Rodrigo.

    A venda de produtos fora do prazo de validade é um desrespsito ao consumidor, podendo levá-lo a erro.

    Não se trata de considerar o consumidor criança e sim de respeito e garantia de qualidade.

    Em relação a legislação consumerista, o Brasil com seu Codigo de defesa do Consumidor está na vanguarda. Recentemente membro da comissão de defesa do consumidor da União Européia estivera por aqui para futuramente implantar um sistema baseado no nosso Código.

  3. Rodrigo

    Trabalhei em uma grande indústria de alimentos e trago meu depoimento: Quando algum lote armazenado chegava há três meses de vencer dávamos descontos para as grandes redes com alto giro (Lojas Americanas p.e.). Se não conseguíssemos vender para alguma dessas redes, há até dois meses de vencer podíamos doar para o FomeZero e nos creditarmos no Imposto de Renda (até 5% do Lucro Líquido).

    Com menos de dois meses de vencer virava ração para animais. Produto vencido era destruído (nem para ração servia) e custava uma grana desgraçada para gerenciar os impactos ambientais (comida podre fermenta e poluí o solo).

    Acho que com ou sem legislação esse tipo de perfil continuaria tomando conta da indústria e do varejo brasileiros, que preferem salvaguardar sua imagem vendendo apenas produtos bons. Vem do perfil paternalista de nossa sociedade, que encara esse tipo de atitude como obrigatória, diferente das sociedades liberais dos EUA e ultraliberais do Canadá, que deixam o julgamento para o próprio cidadão, que encara essa oportunidade como a mais patente demonstração de liberdade.

    Sugestão para quem quiser viajar barato pelos EUA: O CityMarket e o Safeway (duas redes americanas) costumam doar produtos vencidos para a Cruz Vermelha, que doa para a população. Cansei de comer Yolait (o iogurte mais gostoso do universo) de graça no escritório da Cruz Vermelha do centro de Austin, onde morei.

    Abçs!

  4. Opa Pessoal, tudo bem? Adoro estes posts que dão o que falar e pensar!! Na verdade quando trabalhava na rede Sé Supermercados eu pude ver muitos clientes querendo se aproveitar do erro de algum funcionário tentando tirar um dinheiro do Supermercado por conta de um produto vencido encontrado. Era comum o gerente ser ameaçado por clientes que não estavam interessados no bem comum, e sim em levar vantagem em cima das redes de supermercados. De qualquer forma, acho que também é uma obrigação do cliente verificar as datas de validades, pois se ele não cria este hábito, pode acabar consumindo produtos vencidos em sua própria casa. Abraços para todos e gostei muito de falar sobre assuntos um pouco fora da tecnologia!! Depois vou contar mais casos do varejo para vocês verem como o povo é pilantra! Hehehehehe!!

  5. Olá a Todos.
    Infelizmente nós temos mesmo um complexo de inferioridade, o que nos leva a pensar que estamos sempre errados. Na verdade, se isso acontece no Canadá ou em qualquer outro país, como narrado, o melhor é acreditar que nesse particular estamos um pouco mais evoluídos que esses países. Em um país como nosso, no qual uma parte grande dos consumidores é analfabeta ou não consegue compreender o que lê, o Estado tem sim que adotar medidas que dificultem ação de “espertinhos”. A legislação também visa proteger o consumidor do abuso do poder econômico. Com certeza o consumidor canadense é diferente do brasileiro.
    Abraços,

  6. bom, ca em mo,cambique o que vejo ‘e o seguinte:
    nos supermercados quando os produtos estao prestes a ficar fora do prazo eles baixam os prexos at’e 4 vezes menos de modo a tentar despachar a mercadoria toda que por sua vez quem compra a maior parte destes produtos sao donos de mercearias para uma possivel revenda pois eles simulam papel rasgado, molhado, sujo, apagado etc, de modo que ninguem consiga ver o prazo do produto. e o cliente com pressa ou tentado pelo baixo pre,co nem tenta procurar saber.

  7. A lei deve proteger o consumidor. Se um mercado vende um produto vencido, o mesmo pode causar mal a saúde, e até mesmo levar a morte. Um absurdo permitir a venda de produtos vencidos. Tenho amigos e parentes em Portugal, e lá a coisa é tratada como deve: com seriedade. Se algum mercado for pego vendendo produto fora da validade, o bicho pega e feio. Os mercados de lá jogam tudo fora antes de vencer, nem correm o risco. Aqui no Brasil teoricamente deveria ser a mesma coisa, mas como não tem punição, é fácil encontrar produtos vencidos – no mercado Sendas (que frequento semanalmente) é fácil achar algo vencido. E outra prática comum: o produto lacrado venceu? o mercado abre e vende a granel, ou até re-embala em bandejas de isopor.

  8. Creio que é um dever das empresas venderem um produto dentro das especificações. Uma empresa moderna deve ter os meios necessários para verificar quais produtos estão prestes a passar do prazo e por questão de gestão pô-los a preços mais baixos. Moro em Portugal e confirmo o que falou o leitor popotron. Se a autoridade de segurançca alimentar encontra produtos impróprios para consumo em supermercados ou restaurantes a multa é pesada. É diferente termos poder de escolha entre 2 produtos com a mesma qualidades, mas com preços diferentes. Aí sim o supermercado pode alegar que o cliente comprou um produto + caro porque quis. Outra bem diferente é vender produtos impróprios para o consumo. Se os supermercados não querm ser alvos de clientes mal-intencionados têm uma saída: gerenciem melhor os seus estoques e não permitam que os produtos cheguem ao ponto de vencer.

  9. acho correto ser diferente aqui, nossa população na verdade não é acostumada a ver datas de validades, muitos nem mesmo sabem ler/escrever, e a nossa cultura ainda tem muito da cultura da malandragem, se a lei por aqui fosse diferente, você iria comprar produtos (se não prestasse atenção na data de validade) de 2 anos atrás…

  10. Bom dia pessoal! Eu fico só imaginando que se a pessao não consegue ver uma data de validade na embalagem no supermercado, imagina em casa? Os produtos devem ser consumidos fora do prazo normalmente. Eu trabalhei na Matriz de supermercado que ficava em uma região extremamente pobre em São Paulo, e como não tinha muito o que fazer no horário do almoço, costumava passear dentro do supermercado, e lá pude ver que o povo é inteligente, pesquisa preço e data de validade. Mesmo as pessoas aparentemente mais simples. O povo está mudando, e já tem o mínimo de intrução para o básico, que é o preço e a validade. Abraços!!

  11. Nesta questão de prazos de validade decorrem os absurdos como o McDonald’s jogar fora muitos sanduíches todos os dias pois não podem doá-los (o prazo de validade de um Big Mac é de uns 30 minutos) a moradores de rua pois se algum deles tiver uma diarréia (possibilidade remotíssima) poderia acionar judicialmente a empresa.
    Mesmo os supermercados não podem doar alimentos vencidos para caridade pois podem ser responsabilizados judicialmente se algo acontecer.
    Claro que doar um enlatado vencido há 6 meses é bem diferente do que doar o mesmo produto vencido há uma semana… Mas acho que as pessoas são mais sábias do que nossos queridos legisladores pensam. Afinal, o mesmo “pobre analfabeto” que certas leis querem proteger costuma fazer pesquisa de preços e buscar as melhores ofertas.
    Mesmo assim considero que produtos vencidos não devam ser ofertados junto a produtos dentro do prazo de validade pelo mesmo preço. Afinal, custa pouco facilitar a vida dos consumidores que poderiam julgar o custo-benefício de um produto vencido se existisse uma gôndola com “mercadorias vencidas e com descontos”.

  12. Bom, eu vim aqui fazer coro com os que discordam.

    A questão do “tratar o consumidor como criança” é realmente bem complicada. O código partiu de uma premissa que eu considero verdadeira para definir as regras, que é a de que há um déficit de informação de capacidade de atuação entre o consumidor e o fornecedor.

    Pensemos no caso brasileiro. Eu não sei quanto a vcs, mas eu, quando vou ao supermercado, tenho por premissa que todos os produtos que estão lá a venda são aptos ao consumo. Eu não saio conferindo a validade do que eu compro. E é claro, o supermercado sabe que eu parto dessa premissa. Então, porque não criar um mecanismo que defenda essa minha expectativa, a meu ver plenamente justificada, de que o produto que eu compre ali esteja dentro da validade?

    O CDC é permeado, em todos seus aspectos, pela boa-fé objetiva. Como já disseram, não é porque somos diferentes que somos atrasados ou errados. Nesse ponto o Brasil é referência no planeta inteiro.

  13. Bem, na minha opinião, esse *liberalismo* americano / canadense, tá mais pra capitalismo selvagem.rs Não entendo como, uma mesma prateleira pode ter um porduto com 20 dias de validade, outro com 4 e outro ainda vencido ontem e todos custarem o mesmo preço. Até entendo e eventualmente aceito, promoções para produtos que tem curta validade (muito comum com iogurtes)e claro, existem mensagens diferentes: *melhor consumir até* e *válido até*. Com certeza, essas datas tem folga né. Imagina, se um produto valido ate 19/06/08 vai estragar as 00:00:01 do dia 20/06/08… kkkkk Acho que todos estariamos mortos!rsrs
    Mas, novamente na minha opinião, é abuso não haver por parte do super/hiper/mini mercado da validade do seu estoque! Abuso e falta de boa administração! Poxa… compre na quantidade que vende. Compre o que o seu cliente quer comprar! Pesquise, converse com o cliente. Mantenha seu estoque focado. Se for muito amplo o seu mercado, tenha antecipadamente caminhos para os produtos que vão vencer (fome-zero que devolve imposto e outras que já foram citadas aqui mesmo!)e saiba na reposição, que o estoque tem de ser menor…
    Pra mim, mercado que tem muitos produtos com validade curta ou vencidos não é bem administrado. Significa que deve ter problemas maiores e devo mudar de fornecedor! rs
    Sobre os abusos que o Rodrigo citou, por parte dos consumidores… bem, isso é real! tem muita gente que está sempre procurando motivo pra tentar um *golpezinho*… MAS, isso vem de cima! com a classe politica que temos e os exemplos que vemos diariamento nos jornais… uma mente mais fraca ou mesmo um momento de fraqueza, levam as pessoas a tentar essas coisas. Não considero valido essa coisa de deixar pro consumidor MAIS ESSA obrigação. Vender coisa boa é obrigação do fornecedor. ou… avise: PRATELEIRA DOS VENCIDOS! kkkk
    Conte mais estórias do varejo, Rodrigo!
    Também tenho alguns clientes no varejo e faço idéia de quanta coisa vc deve ter pra contar! 🙂
    abraço e melhoras para o olho!

  14. Concordo com a opnião do Cap. A intenção é facilitar a vida do consumidor. Alguns países da Europa, inclusive, além de possuir o preço unitário dos produtos nas prateleiras, possuem o preço em uma unidade padrão, por exemplo.

    Produto x: R$ 4,50 un Preço 100g: R$ 1,125
    Produto y: R$ 4,80 un Preço 100g: R$ 0,960

    Onde o produto x é de 400g e o y de 500g.

    Isso facilita e muito nas pesquisas de preço por parte de consumidores e também restringe a sacanagem que muitas industrias fizeram em um passado não muito distante, onde os rolos de papel higiênico passaram de 50 metros para 40 metros, achocolatados em pó de 500g para 400g, porém os preços continuaram os mesmos, levando aos consumidores mais apressados e incautos a pagarem um valor maior pelo produto que compraram no mês anterior sem saber.

  15. Teve uma vez em que eu dava aulas de hardware de PC, e algumas alunas eram funcionárias da Sadia. As mesmas vira e mexe levavam de presente produtos com data de validade vencida, e diziam que a lei OBRIGA as empresas que produzem a por uma margem de segurança nos prazos, ou seja, se a data expirou ainda pode durar um ou dois meses dependendo do produto. Eu comi MUUUUITA lasanha, nuggets e afins com data vencida, e estou aqui inteiro 😀

  16. SABE SR RODRIGO E QUE O SENHOR NAO ESTAVA NA MINHA PELE QUANDO EU FUI RECLAMAR COM O GERENTE DO CARREFOUR AQUI NO JD ANALIA FRANCO EM SAO PAULO POIS,ADQUIRI UM POPTE DE MANTEIGA DA MARCA VIGOR FRANCISCANO JA COM VALIDADE VENCIDA A 5 DIAS POIS BEM,FUI FALAR COM O GERENTE DA VIGOR NA EPOCA ELE ESTAVA LA COLOCANDO PRODUTOS NA PRATILHEIRA DO MESMO E FALEI A ELE QUE LEVEI O PRODUTO PARA CASA E QUANDO EU ESTAVA SABOREANDO O PRODUTO COM PAO EU PUDE NOTAR QUE JA TINHA VENCIDO E FOI AI QUE EU VOLTEI PRA RESOLVER O CASO COM O GERENTE DO CARREFOUR FOI ENTAO QUE O GERENTE DA VIGOR FICOU MUITO PREOCUPADO COM O CASO E DISSE PRA EU ENTRAR EM CONTATO COM GERENTE DO CARREFOUR ELE FICOU MUITO PREOCUPADO O DA VIGOR MAS,QUANDO EU PASSEI O CASO PARA O GERENTE ELE DISSE QUE NAO IRIA TROCAR POR OUTRO PRODUTO EU JA NAO QUERIA MAIS AQUELA MARCA ESCOLHI OUTRA COM UMA DIFERENÇA DE 1 REAL MESMO ASSIM ELE DISSE QUE NAO IRIA TROCAR E AINDA DISSE QUE EU NAO TINHA COMPRADO ESTE PRODUTO LA MAS EM OUTRO LUGAR ENTAO EU FIQUEI MUITO REVOLTADO MESMO PORQUE EU TENHO ESTE COSTUME DE VERIFICAR VALIDADE E FABRICANTE DE PRODUTOS ADQUIRIDO POR MIM MAS NESTE DIA EU NEM LEMBRAVA FOI AI QUE EU NAO VERIFIQUEI O ROTULO DO PRODUTO EM SI CONCLUSAO ENTREI COM O PROCESSO CONTRA ELES POR FALTA DE RESPEITO DELE POR ME CHAMAR DE MENTIROSO E POR VENDER PRODUTO VENCIDO ENTAO EU PENSO O SEGUINTE,O SENHOR ESTA SIM ERRADO POIS ATE PARECE QUE O SENHOR E A FAVOR DOS GRANDES E NAO DOS PEQUENOS E TEM QUE HAVER SIM RESPEITO COM NOS CONSUMIDORES PPOIS A CORDA SEMPRE ARREBENTA PRO MAIS FRACO MAS,QUANDO VOCE SABE QUE TEM DIREITOS VOCE TEM QUE COLOCAR EM PRATICA MESMO QUE NAO SE FAÇA JUSTIÇA DOS HOMENS COM CERTEZA A JUSTIÇA DIVINA E FEITA,COMO DIZ UM DITADO POPULAR ,NEM SE DEUS TEM QUE ABENÇOAR UMA PESSOA AINDA QUE O DIABO NAO QUEIRA ELE TEM QUE OBEDECER POIS AGINDO DEUS QUEM O IMPEDIRA,ABRAÇOS EDUARTE FERNANDES FARIAS

  17. Descordo plenamente que se possa vender produtos vencidos!!!!
    Vc acha que o dono do supermercado se preocupa com as contas da empresa no final do mes ou com a venda de produtos vencidos (que caso seja vendido, passa de prejuizo à lucro), claro que ele quer saber das contas.
    E falar que o Codigo de Proteção e Defesa dos Direitos do Consumidor trata-nos como crianças foi um tanto impensado.
    Só para melhor lhes informar, o CDC brasileiro é referência mundial, tido por uns como a melhor legislação mundial acerca do consumeirismo, e logico que a quem descorde, colocando-o em segundo lugar, perdendo para o fracês ( a legislação francesa serviu de base para a criação da nossa).
    Na suiça, a legislação consumeirista e meramente um cópia literal da nossa, e em todos os paises da América do sul a nossa legislação serve como base, hoje servindo também para a base nos EUA ( tipo um intercanbio de informações, certas normas consumeiristas usadas lá estão começando a vigorar no Brasil e outras brasileiras usadas lá), além de tudo, como se falou, no Canadá, estão utilizando o nosso CDC como base para aprimorar a sua legislação, inclusive convidando diversos profissionais do Direito Consumeirista Brasileiro para ajuda-los.
    A questão é que o povo brasileiro sempre vê as coisas de fora como melhor (tirando o futebol), e nos esquecemos que o povo brasileiro tem muita credibilidade como profissionais em todo o mundo. Não devemos nos espelhar nos que os outros paises fazem (ate mesmo porque nem sempre estão certos), devemos é exaltar as coisas boas existentes no brasil.
    Se tiverem qualquer duvida em relação a Defesa do Consumidor talvez eu possa ajudar.
    email = lucas_r4t0@yahoo.com.br

    se alguem puder ate complementar meu comentario eu gostaria (mas por favor com pelo menos um certa inteligência).

    à disposição.

  18. Olá Rodrigo, fiquei interessada nos comentários sobre a venda de alimentos vencidos, principalmente o comentário do Zé colocado no dia 19/06/2008 as 2:36 da tarde. Se você tiver algum material sobre este assunto, ou tiver como me passar o e-mail do Zé, ficaria grata.
    Eu preciso de material para o meu TCC, desde já agradeço.

  19. Comprei um produto em um supermercado, chocolate Arcor pra meu filho que está fazendo aniversario hoje 16/01, que dizia na pratileira uma PROMOÇÃO de R$ 2,18 e na nota fiscal veio o valor de R$ 3,23 mas o ploblema não é só esse a validade é de consumir até 11/11/2010 e o pior comido de rato que minha esposa não tinha visto na pratileira e meu filho ao abrir viu aberto e com mordidas de rato, estou denunciando poraqui pois tem sido feita muitas reclamações desse tipo, mas o proprietario é poderoso aqui na cidade,e denuncias feitas aqui caem por terra, entendem??? então confirmando as horas 15:38hs não tem como isso ter ocorrido em casa sendo que comprei 11:01hs e hoje é domingo, vou até o estabelecimento amanhã de manhã vou tirar fotos da pratileira para confirmar a promoção e se haverá mais comidos de rato e me dirigirei a delegacia para registrar B.O e até Vigilância Sanitária da cidade, pra ver oque sera feito,acho que nada pois existem muitas denuncias e se for efetuado uma varredura no supermercado acharam muitos produtos que foram embalados fracionados para mudarem a data de validade deles com etiqueta do supermercado, e nada acontece, então vou ver meus direitos pois meu filho comeu uma parte do chocolate, e se passar mal terei que correr,sem mais obrigado. Obs: tenho cupom fiscal com as horas 11:01Hs mas comprei ao fechar ao meio dia 12:01hs talvez à mutreta por detraz disso, pois estava fechada as portas pra sairmos.

  20. Sou dono de um minimercado, não tenho um sistema computadorizado ainda, e sei o quanto é difícil controlar a data de validade dos produtos.
    As leis do brasil só tornam nossos cidadães cada vez mais preguiçosos, e querendo se aproveitar dos donos de mercearias.
    Se um produto venceu na prateleira e o cliente percebe que este produto esta vencido, poderia muito bem não leva-lo e avisar algum funcionaria da loja que tal produto esta fora da data de vencimento, mas não, vai logo reclamando, ou ate denunciando.
    A maneira com que os canadenses levam esse caso, deixa sua populaçao mais esperta, mais inteligente, enquanto que no brasil as leis só tornam o “povão” mais ignorante.
    Minha opinião seria que os clientes ajudassem os comerciantes, avisando sobre o produto vencidos, para o comerciante poder retirar o mesmo produto da venda, assim um ajudando ao outro, o que no brasil é quase impossível, pois as pessoas só pensam em si mesmas.

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