Da eficiência energética à casa conectada: TCL aponta tecnologias que estão transformando a linha branca

A jornada de escolha e adoção de eletrodomésticos no Brasil e no mundo está atravessando um momento de transformação que vai além do design e da capacidade dos equipamentos. Fatores como eficiência energética, automatização e recursos voltados à conservação e à praticidade ganham relevância junto aos consumidores e guiam o desenvolvimento de refrigeradores, máquinas de lavar, lava e seca e outros equipamentos.

O movimento ocorre em um mercado global de linha branca que deve crescer 2,9% ao ano em volume e alcançar 639 milhões de unidades vendidas em 2028, segundo projeção da Freedonia Group, enquanto o valor deve avançar 4% ao ano e chegar a US$ 189 bilhões no mesmo período. No Brasil, a presença desses produtos mostra a relevância da categoria na rotina doméstica. Em 2025, 98,4% dos domicílios possuíam geladeira e 72,1% contavam com máquina de lavar roupa, de acordo com a PNAD Contínua do IBGE.

Para a TCL, a evolução da linha branca deve ser orientada pela capacidade de transformar recursos técnicos em benefícios percebidos no cotidiano. Isso inclui redução do consumo de energia, desempenho, adequação a diferentes espaços e rotinas e menos etapas manuais durante o uso.

“A linha branca reúne equipamentos que fazem parte da rotina por muitos anos. Por isso, a inovação precisa ser útil e continuar entregando valor depois da compra. Eficiência, facilidade de uso e desempenho confiável são aspectos que influenciam cada vez mais o desenvolvimento da categoria”, afirma Dale Chen, Diretor de Marketing da TCL para a América Latina.

Eficiência energética além da especificação

Nos refrigeradores, que permanecem ligados durante todo o dia, os ganhos de eficiência se acumulam ao longo da vida útil do equipamento. Segundo o Atlas da Eficiência Energética Brasil 2025, a conservação de alimentos responde, em média, por 25% do consumo residencial anual de eletricidade no país. Ao mesmo tempo, estima-se que o consumo médio anual das geladeiras caiu 12,4% entre 2005 e 2024 como resultado da evolução tecnológica e das políticas de eficiência energética adotadas no período.

No portfólio brasileiro da TCL, o Refrigerador Inverse C589CDN exemplifica esse movimento ao utilizar a tecnologia Twin Eco Inverter, que contribui para um resfriamento mais preciso e eficiente, com classificação A do Programa Brasileiro de Etiquetagem do Inmetro. Isso porque, com 589 litros de capacidade e consumo médio de 35,5 kWh/mês, o modelo alia alta eficiência na preservação dos alimentos a um funcionamento mais econômico, oferecendo praticidade e desempenho para o dia a dia.

A lavanderia acompanha as mudanças na rotina

O aumento da presença de máquinas de lavar nos domicílios brasileiros também amplia a demanda por equipamentos adaptados a diferentes perfis de uso. Entre 2016 e 2025, o percentual de lares com lavadora passou de 63% para 72,1%, segundo o IBGE.

O crescimento não ocorreu de maneira uniforme. Na Região Norte, a presença do equipamento avançou de 41% para 60% no período. No Centro-Oeste, chegou a 83,5% dos domicílios em 2025. As diferenças regionais mostram um mercado que precisa atender desde consumidores que adquirem sua primeira lavadora até famílias que buscam substituir um produto antigo por uma solução com maior capacidade ou novas funções.

Nas lavanderias, a evolução tecnológica deve atender às novas demandas geradas por mudanças como residências menores, rotinas menos previsíveis e necessidade de concluir tarefas em menos tempo, com destaque para recursos como programação de horários, ciclos para diferentes volumes de roupas e processos combinados de lavagem e secagem.

Dentro do portfólio da TCL, a Lava e Seca TCL C311WD reúne motor BLDC Inverter, programação flexível e ciclos rápidos. Para pequenas cargas, o modelo oferece lavagem de 15 minutos e ciclo combinado de lavagem e secagem em 60 minutos.

“Não existe uma única rotina doméstica. Há consumidores que priorizam capacidade, outros precisam otimizar espaço e há quem busque ciclos mais rápidos ou maior flexibilidade de programação. O desenvolvimento da categoria precisa considerar essas diferenças e oferecer recursos que façam sentido no uso real”, acrescenta Chen.

Conectividade como parte da evolução

A procura por funcionalidades inteligentes também começa a influenciar a composição das vendas. Segundo a NielsenIQ, 38% dos consumidores globais afirmam que aceitariam pagar um pouco mais por versões inteligentes de grandes eletrodomésticos. Essa tendência pode ser vista nos resultados do primeiro semestre de 2024, em que estes modelos smart responderam por cerca de 40% do valor das vendas de secadoras, máquinas de lavar e lava-louças no mundo. 

Para a TCL, a casa conectada deve ser entendida como uma evolução gradual da experiência doméstica. A companhia busca integrar soluções para conservação de alimentos, cuidado com as roupas, climatização e entretenimento, mantendo as necessidades das pessoas no centro do desenvolvimento.

“O mercado de linha branca está evoluindo porque as expectativas dos consumidores também mudaram. Não basta que um produto tenha mais recursos; ele precisa mostrar como esses recursos ajudam a economizar, ganhar tempo ou cuidar melhor da casa. É dessa forma que a TCL entende seu papel como provedora de um ecossistema de vida saudável: desenvolver tecnologias que façam sentido na rotina das pessoas”, conclui Dale Chen.

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