O que tem no meu iPhone 13 Pro em 2022: Todos os aplicativos e games!

No vídeo de hoje eu vou mostrar o que tem no meu iPhone 13 Pro, incluindo papel de parede, aplicativos e games, bem como toda a organização das pastas em uma versão 2022. Nos últimos dias eu resolvi fazer uma nova organização no iPhone 13 Pro e acabei deixando as coisas um pouco mais limpas, pelo menos na primeira tela, deixando somente o que é mais essencial com fácil acesso. Vale a pena conferir e não esqueça de deixar um like e fazer a inscrição no canal!

Desisti de usar o banco e os pagamentos no celular

No vídeo de hoje vou falar um pouco sobre a falta total de segurança nas grandes cidades brasileiras, que me levou a desistir de usar o banco e os pagamentos via NFC com o celular. Com o aumento absurdo dos roubos e furtos de celulares em São Paulo, em tempos que o menor dos problemas está na perda do aparelho, resolvi deixar de lado a carteira no celular para evitar problemas maiores. Infelizmente parece que por conta do aumento da criminalidade não podemos mais ter coisas legais e úteis como a carteira no celular, o que é uma pena.

Será que este é realmente o fim do banco e da carteira no celular? Acredito que até que os bancos, empresas de pagamentos e o próprio governo deixem as coisas mais seguras, no meu ponto de vista a melhor saída é usar o banco no celular somente em casa e abrir mão deste tipo de pagamento no comércio físico e torcer para as coisas melhorarem no futuro.

Não vale mais a pena comprar um celular top de linha?

Com os preços dos celulares top de linha cada dia mais altos e os modelos “de entrada” da linha mais cara como o Galaxy S22 e o Galaxy S22+ e ainda opções mais em conta como o Motorola Edge 30 Pro e ótimos intermediários na linha do Galaxy A53 5G, será que ainda vale a pena gastar tanto dinheiro para comprar um modelo mais caro? Claro que depende de uma série de fatores como o gosto, bolso e trabalho de cada um, mas podemos dizer com segurança que hoje temos um número gigante de opções mais simples que atendem a maior parte dos consumidores com muita folga, comercializados por preços muito mais justos e uma relação custo x benefício bem melhor!

O fim dos meus filmes e séries em DVD

No vídeo de hoje vou falar sobre o fim dos meus filmes e séries em DVD e Blu-ray, que após muitos anos encostados e sem uso, finalmente foram doados para uma instituição de caridade. No pacote foram as últimas pastas com filmes e séries clássicas e ainda um leitor de DVD para computador que não era usado há mais de 4 anos. A sensação de fazer a doação de itens novos e em bom estado, mas sem uso é muito boa e ver os armários mais vazios, armazenando somente o que é mais importante e essencial é realmente gratificante, além de ser importante para a mudança para a nova casa que se aproxima a cada dia. Agora deixo uma pergunta, você ainda tem filmes e séries em DVD em casa ou já fez a sua venda ou doação?

Game Badland Party chega ao Apple Arcade

Uma boa notícia para este final de semana foi o lançamento do game Badland Party na plataforma de jogos Apple Arcade com uma novidade interessante, o modo multijogador inserido neste excelente clássico que está instalado em meu celular há muito tempo!

Conheça os principais recursos deste game:

  • Modo multijogador de 2 a 4 jogadores (locais ou online) com suporte de controles e telas divididas;
  • Modo aventura cooperativo com 40 níveis;
  • 30 personagens desbloqueáveis;
  • Controles intuitivos de dois toques combinados com um design inovador;
  • Experiência audiovisual altamente imersiva (ainda melhor com fones de ouvidos);
  • Desafios semanais para subir cada vez mais no placar;

Uma ótima novidade para quem assina o Apple Arcade, que custa apenas R$ 9,90 por mês e tem um catálogo de mais de 200 títulos sem nenhuma propaganda ou compra interna, ou seja, é só entrar e jogar em paz!!

Via Mac Magazine.

Voce é um acumulador digital?

No vídeo de hoje vou falar um pouco sobre o hábito de acumular equipamentos e arquivos, que é muito comum entre as pessoas que gostam de tecnologia, mas que devemos tentar reduzir ao máximo, para fazer o uso correto dos equipamentos e não deixar as coisas apenas paradas nas gavetas. De um bom tempo para cá venho reduzindo meus equipamentos somente ao mínimo necessário para o meu trabalho, salvo algumas raras exceções, fazendo a venda das coisas que comprei e a doação do que ganhei para testes no canal. Agora para fechar eu deixo a pergunta do título deste vídeo, você é um acumulador digital?

Celular OnePlus Ace/10R também tem problema de superaquecimento

Há alguns meses o meu Galaxy S21 Ultra estava aquecendo bastante em períodos mais longos com games como o F1 Mobile e Fortnite, mas estava muito distante do que está acontecendo com o OnePlus Ace, que atualmente acumula um grande número de usuários insatisfeitos e reclamando de problemas de superaquecimento, sendo que as reclamações começaram a ser publicadas nos fóruns da OnePlus no começo desta semana e cresceram de forma significativa.

Em todos os casos, o smartphone pode alcançar a temperatura de 43,7 graus Celsius, enquanto que a CPU chegou a marcar 60,4 graus após uma hora de jogatina.

O problema é tão sério que acabou viralizando na rede social Weibo e os usuários compartilharam uma hashtag que, traduzida do mandarim, diz: “Celulares OnePlus são tão quentes que queimam as mãos”.

Segundo o site Tudo Celular, a má gestão térmica da OnePlus acabou sendo motivo de um longo texto no site chinês Sina Finance, sendo que neste caso a fabricante acabou respondendo as reclamações dos usuários.

De acordo com a OnePlus, o Ace está operando dentro da temperatura normal e o usuário “extrapolou” ao ficar jogando por uma hora o game “Geshin Impact”. A marca ainda disse que problemas de aquecimento são comuns em longos períodos de jogatina, sendo que isso não afetará o desempenho diário do aparelho após seu resfriamento.

Eu sinceramente não ficaria com um aparelho que funciona dentro destas condições e acredito que deve ser até difícil de vender, caso o consumidor mude de ideia após algum tempo de uso, por isso é bom ficar de olho e fugir deste modelo, pelo menos até que uma solução de software apareça para solucionar esta questão, o que eu acho muito difícil de acontecer.

Samsung libera funções da câmera do Galaxy S22 para outros modelos

Nesta semana a Samsung começou a liberar diversas funções da câmera da linha Galaxy S22 para modelos mais antigos da linha Galaxy, sendo que os primeiros celulares a receber estas novidades serão o Galaxy S21, S21+ e S21 Ultra.

Essa ótima novidade foi confirmada nesta quarta-feira em uma publicação no fórum da Comunidade Samsung da Coreia do Sul e esta atualização deverá chegar por meio da One UI 4.1, que será lançada primeiro no país asiático. Os celulares da linha Galaxy S21 também deverão contar com o novo modo retrato noturno; novos recursos de enquadramento automático; suporte para extensão de app de videochamada e efeitos de enquadramento automático e melhorias na qualidade da câmera em apps de terceiros e redes sociais.

Segundo o fórum da Samsung, as atualizações acima mencionadas serão liberadas para o Galaxy Z Fold 3 na Coreia nos próximos dias, sendo que o Galaxy S20, Galaxy Note 20 e Galaxy Z Fold 2 receberão o modo de retrato noturno, e o Galaxy S21 FE, Galaxy Z Fold 2 e Galaxy Z Flip 5G/LTE serão contemplados com o enquadramento automático.

Estou esperando a novidade chegar no meu Galaxy S21 Ultra para fazer novos testes com as câmeras deste aparelho e publicar as minhas impressões aqui no site e no meu canal no YouTube. Espero que não demore muito tempo para chegar por aqui!!

Via Tecmundo.

Google combate assédio e violência de gênero em respostas de seu assistente virtual

Eu sinceramente não tenho ideia do tipo de gente capaz de ofender uma assistente virtual, mas com certeza foi uma excelente iniciativa do Google incluir as respostas contra o assédio, e violência de gênero nas respostas de sua assistente. Veja os detalhes no release divulgado para a imprensa hoje!

O Google adotou um novo posicionamento para desestimular agressões verbais ao seu assistente de voz virtual, que podem reforçar preconceitos de gênero na sociedade. A iniciativa, que teve início nos Estados Unidos e já começou a ser implantada no Brasil, traz novas respostas que são ativadas sempre que há um insulto ou uso de termos que remetam a assédio ou violência de gênero durante as interações com a personalidade do Assistente.

A atualização faz parte de uma iniciativa com o objetivo de lidar com as inúmeras mensagens abusivas recebidas pelo Assistente no mundo. No Brasil, são centenas de milhares todo mês – grande parte delas com conteúdo de violência de gênero.

Em suas novas respostas, o Google Assistente tem abordagens diferentes, dependendo do nível de abuso cometido. Em caso de ofensa explícita – como uso de palavrões, ou expressões de conteúdo misógino, homofóbico, racista ou de sexo explícito -, a voz do Google poderá responder de forma instrutiva, usando frases como: “O respeito é fundamental em todas as relações, inclusive na nossa”; ou mesmo repelir esse tipo de comportamento, respondendo: “Não fale assim comigo”.

As mensagens que não são explicitamente ofensivas, mas que representam condutas que seriam consideradas inapropriadas no mundo real, também passam a ser respondidas de forma diferente. Um exemplo é quando alguém pergunta ao Assistente se quer “namorar” ou “casar” com ele. Neste caso, a voz do Google poderá dar um “fora” de um jeito bem-humorado, ou alertar sobre o incômodo trazido pelo comentário.

“Entendemos que o Google Assistente pode assumir um papel educativo e de responsabilidade social, mostrando às pessoas que condutas abusivas não podem ser toleradas em nenhum ambiente, incluindo o virtual”, afirma Maia Mau, Head de Marketing do Google Assistente para a América Latina.

“Um exemplo são os pedidos para ‘mandar nudes’. Embora isso possa até ser visto por alguns como uma ‘brincadeira’, por se tratar de uma conversa com a voz do aplicativo, não podemos ignorar que essa abordagem também reforça a ideia de que algumas pessoas, especialmente as mulheres, podem ter a sua intimidade invadida. No mundo real, isso é considerado uma forma de assédio. Por isso, o Google Assistente está se posicionando de maneira incisiva contra esse tipo de comportamento”, acrescenta a executiva.

Mulheres são o principal alvo

No Brasil, cerca de 2% das interações de personalidade do Google Assistente – ou seja, perguntas ou comandos de caráter pessoal (ex.: ‘Ok Google, como você está?’) – são de mensagens que utilizam termos abusivos ou inapropriados. Um a cada seis insultos são direcionados às mulheres, seja por expressões de misoginia ou de assédio sexual.

Analisando as ofensas registradas por cada uma das opções de voz do Assistente no Brasil – a vermelha, que soa como ‘feminina’, e a laranja, que possui um tom ‘masculino’ -, também observa-se diferenças na frequência com que determinado conteúdo é utilizado. Na voz vermelha, por exemplo, comentários ou perguntas sobre a aparência física (ex.: Você é bonita?) são quase duas vezes mais comuns do que na voz laranja. A voz com tom ‘masculino’, por sua vez, recebe um grande número de comentários homofóbicos – quase uma a cada dez ofensas registradas.

“Não podemos deixar de fazer uma associação entre o que observamos na comunicação com o Assistente e o que acontece no ‘mundo real’. Todos os dias, grupos historicamente discriminados recebem ataques de diversas maneiras no Brasil. E esse tipo de abuso registrado durante o uso do app é sim um reflexo do que muitos ainda consideram normal no tratamento a algumas pessoas”, ressalta Maia.

Respostas instigam buscas por informações

A construção do novo posicionamento do Google Assistente começou em 2019, inspirado pelo relatório I’d Blush if I Could, produzido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O documento trouxe um alerta sobre como o uso de vozes femininas e o comportamento submisso dos assistentes virtuais ajudariam a perpetuar preconceitos de gênero.

A primeira fase do projeto começou a ser implantada no ano passado, nos Estados Unidos, e priorizou a criação de respostas para os abusos registrados com mais frequência – no caso, ofensas e uso de termos inapropriados direcionados às mulheres. Em seguida, foram lançadas também respostas para abusos de cunho racial e de homofobia.

“Conduzimos pesquisas, estudos de experiência de uso com diversos grupos de participantes, e consultas internas com os Campeões de Inclusão – funcionários do Google que pertencem a comunidades historicamente alvos desse tipo de abuso ou comportamento inapropriado. O retorno que tivemos com essas pesquisas foi inestimável, e nos ajudou a refinar a estratégia”, explica Arpita Kumar, estrategista de conteúdo do time de Personalidade do Google Assistente.

Arpita conta que, ao longo dos testes, foi observado um crescimento de 6% de tréplicas positivas; ou seja, pessoas que, após receberem respostas mais incisivas contra ofensas, passaram a pedir desculpas ou perguntar “por quê”?

“As tréplicas positivas foram também um grande sinal de que as pessoas queriam entender melhor por que o Assistente estava afastando determinados tipos de conversa. As sequências dessas conversas tornaram-se portas de entrada para se aprofundar em temas como consentimento”, ressalta Arpita.

Estudo sobre expressões consideradas ofensivas no Brasil

No Brasil, a atualização das respostas passou por um processo de revisão e adaptação liderado pelo time local de Personalidade do Assistente. O objetivo foi avaliar o sentido que determinadas palavras ou expressões podem transmitir – por exemplo, a frase ‘você é uma cachorra’, que muitas vezes é usada como ofensa no contexto brasileiro.

O trabalho contou com a contribuição de grupos representativos formados por colaboradores do Google no Brasil – como o de Mulheres e o de Diversidade -, que ajudaram a identificar termos que são considerados ofensivos dentro de diferentes comunidades, ou remetem a preconceitos culturais. Esses grupos também contribuíram para a construção de respostas que pudessem ser mais apropriadas para cada situação.

Outro desafio foi separar os termos corretos daqueles usados pejorativamente para se referir a determinados grupos. Por exemplo, se a pessoa usar a palavra “bicha” ao invés de “gay” ou “homossexual”, o Google Assistente irá alertar que aquilo pode ser ofensivo.

Maia reforça que a nova atualização é mais um passo do Google Assistente para oferecer um serviço cada vez mais diverso e inclusivo para os brasileiros. “É um esforço contínuo. Sabemos que ainda não temos respostas para tudo, e que precisamos estar em constante atualização para nos adaptar às mudanças da sociedade”, completa a executiva.

As novas respostas estão disponíveis em todas as versões do Google Assistente no Brasil.