Samsung Ocean oferece cursos gratuitos de tecnologia na segunda quinzena de outubro

O Samsung Ocean está com as inscrições abertas para as atividades da segunda quinzena de outubro. A iniciativa promove aulas, cursos e laboratórios para os interessados em aprender mais sobre os diversos temas relacionados à tecnologia e inovação.

O programa de capacitação tecnológica da Samsung é totalmente gratuito e oferece certificado de participação aos alunos concluintes. 

Quem pode participar das atividades do Samsung Ocean?

Podem participar das atividades do Samsung Ocean maiores de 18 anos com interesse em tecnologia e áreas correlatas. O público-alvo do programa é composto por estudantes, profissionais, empreendedores e interessados em geral.

Como se inscrever nas atividades do Samsung Ocean?

Para se inscrever nas atividades do Samsung Ocean, basta acessar o site ou o aplicativo, disponível nas lojas oficiais, selecionar a aula/curso de seu interesse na agenda do mês vigente. Se ainda houver vagas disponíveis, clique no botão ‘Inscrever-se’ e siga as instruções de registro/login para reservar sua vaga.

O que posso aprender com o Samsung Ocean em outubro?

No modelo remoto, a programação da segunda quinzena de outubro oferece um curso de Desenvolvimento de ChatBot em Python para Atrações Turísticas, com aulas marcadas para os dias 20 e 21. Já para os interessados em Android, a Trilha oferece um curso introdutório com aulas previstas para os dias 20 e 27. As aulas avulsas contemplam um conteúdo prático e teórico sobre Pitch, marcado para o dia 21, um laboratório de IA Conversacional Aplicado ao Contexto Acadêmico, marcado para o dia 26, e uma aula de Introdução à IA para Digital Health, que acontece no dia 30.

Já no modelo presencial, o campus de Brasília oferece dois conteúdos sobre IoT (aqui e aqui) no dia 16, uma aula de Android Studio no dia 19, e uma aula introdutória de Jogos em Realidade Virtual para Reabilitação no dia 21. Já em Manaus1, acontece o curso de Aplicações com IA para Modelagem 3D e Uso de CNC, nos dias 19, 20 e 21, bem como o Laboratório de Prototipação, marcado para os dias 18, 20 e 21. A programação encerra o mês com duas aulas do curso de Consultas a Bases SQL com Python nos dias 29 e 30.

Segundo Eduardo Conejo, diretor de Inovação na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung Brasil, o Samsung Ocean busca ampliar o acesso ao conhecimento tecnológico e oferecer oportunidades para que pessoas com diferentes níveis de experiência desenvolvam novas habilidades. “A programação da segunda quinzena de outubro reúne temas relevantes para o mercado e para a sociedade. Ao oferecer essas atividades gratuitamente, queremos incentivar o aprendizado contínuo e contribuir para a formação de pessoas preparadas para explorar as possibilidades da tecnologia e da inovação”, afirma 

As atividades do Samsung Ocean são totalmente gratuitas e concedem certificado de participação. Os interessados podem se inscrever pelo site www.oceanbrasil.com ou pelo aplicativo do Samsung Ocean, disponível para download na Play Store.

Agenda de atividades online

15/10
– [IA] Introdução à Otimização e Computação Evolucionária (Parte 2)
– [UX] Prototipação no-code de Soluções Digitais (Parte 2)

16/10 
– [IoT] Introdução à Internet das Coisas (IoT)
– [Android] Introdução ao Desenvolvimento Android

19/10
– [Wearables] Processando Dados de Sensores Inerciais: do Sinal Bruto à Informação Clínica

20/10
– [Desenvolvimento Ágil] MVP e Prototipagem de Soluções para Saúde Digital 
– [Android] Introdução (Parte 1)
– [IA] Desenvolvimento de ChatBot em Python para Atrações Turísticas (Parte 1)

21/10
– [Empreendedorismo] Pitch: Teoria e Prática 
– [IA] Desenvolvimento de ChatBot em Python para Atrações Turísticas (Parte 2)

22/10
– [Fabricação Digital] Manufatura Aditiva: Impressão 3D

26/10 
– [Wearables] Watch Face Studio: Construção de Watch Faces com Wear OS 5
– [Inteligência Artificial] Laboratório de IA Conversacional Aplicado ao Contexto Acadêmico
– [Empreendedorismo] Propriedade Intelectual
– [Desenvolvimento Ágil] DevOps GIT
– [UX] Introdução a One UI

27/10
– [Programação] Fundamentos de Bancos de Dados SQL para Saúde Digital 
– [Android] Introdução (Parte 2)

29/10 
– [Digital Health] Aplicações de IoT na Saúde
– [Fabricação Digital] Fundamentos de Impressão 3D e Processos de Fabricação Aditiva
– [Fabricação Digital] Modelagem 3D e Aplicações com Inteligência Artificial na Fabricação Digital
– [Fabricação Digital] Manufatura Aditiva: Impressão 3D

30/10 
– [Digital Health] Introdução à IA para Digital Health

Atividades presenciais em Brasília (DF)

16/10 
– [Internet das Coisas] ADC: Interface com o Mundo Analógico
– [Internet das Coisas] Interrupções e Modos de Baixo Consumo

19/10 
– [Android] Android Studio: Primeiro App Nativo

21/10 
– [Metaverso] Introdução ao Desenvolvimento de Jogos em Realidade Virtual para Reabilitação

27/10 
– [Digital Health] Introdução às Imagens Médicas

Atividades presenciais em Manaus (AM)

16/10
– [Backend] Laboratório de Backend e Banco de Dados com MongoDB

19/10
– [Backend] Integrando os Serviços de Backend na Nuvem 
– [IA] Inteligência Artificial: Entenda o que é e Como Está Presente no Seu Dia a Dia
– [IoT] Laboratório de Prototipação (Parte 1)
– [Fabricação Digital] Modelagem 3D e Uso de CNC: Aplicações com IA (Parte 1)
– [Programação] Programação para Iniciantes: Aprendendo a Programar do Zero com Scratch (Parte 1)
– [Fabricação Digital] Manufatura Aditiva (Impressão e Escaneamento 3D) com Suporte de IA (Parte 1)

20/10
– [IoT] Laboratório de Prototipação (Parte 2)- [Fabricação Digital] Modelagem 3D e Uso de CNC: Aplicações com IA (Parte 2)
– [Programação] Programação para Iniciantes: Aprendendo a Programar do Zero com Scratch (Parte 2)
– [Fabricação Digital] Manufatura Aditiva (Impressão e Escaneamento 3D) com Suporte de IA (Parte 2)

21/10
– [Android] Introdução ao Desenvolvimento Nativo 
– [IoT] Laboratório de Prototipação (Parte 3)- [IA] Eletrônica e Prototipação de PCIs com Aplicações de IA (Parte 2)
– [Fabricação Digital] Modelagem 3D e Uso de CNC: Aplicações com IA (Parte 3)
– [Programação] Programação para Iniciantes: Aprendendo a Programar do Zero com Scratch (Parte 3)

22/10
– [IA] Laboratório de Engenharia de Prompt 
– [Empreendedorismo] Estratégias de Monetização e Sustentabilidade em Modelos de Negócios Inovadores
– [IA] Eletrônica e Prototipação de PCIs com Aplicações de IA (Parte 3)
– [Fabricação Digital] Manufatura Aditiva (Impressão e Escaneamento 3D) com Suporte de IA (Parte 3)

26/10
– [Backend] Validação de Dados em Backend
– [IoT] Laboratório Internet das Coisas (IoT) – Cloud

27/10
– [Wearables] Watch Face Studio: Construção de Watch Faces com Wear OS 5

29/10
– [Desenvolvimento Ágil] Introdução às Metodologias Ágeis
– [Programação] Consultando Bases SQL com Python (Parte 1)

30/10
– [Android] Aplicações Interativas com Jetpack Compose
– [Programação] Consultando Bases SQL com Python (Parte 2)

1 Devido às questões climáticas em Manaus, as atividades presenciais podem ser modificadas para o modelo online.

Estudantes de Piracicaba (SP) chegam à semifinal do Solve for Tomorrow Brasil com projeto para ampliar comunicação em Libras

Estudantes da ETEC Coronel Fernando Febeliano da Costa, em Piracicaba (SP), estão entre as 30 equipes semifinalistas da 13ª edição do Solve for Tomorrow Brasil, programa de Cidadania Corporativa da Samsung com coordenação geral do Cenpec, que incentiva estudantes e professores da rede pública a desenvolverem soluções para desafios reais da sociedade por meio da abordagem STEM (sigla em inglês para Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática).

O grupo de estudantes do 3º ano do Ensino Médio desenvolve o projeto ‘LUBRA – Dispositivo de Inclusão Comunicativa para Democratização e Humanização’, uma tecnologia assistiva em formato de luva que busca converter sinais realizados em Libras em respostas sonoras. A proposta foi inicialmente pensada para situações de atendimento hospitalar, nas quais a ausência de profissionais que dominem Libras pode dificultar a comunicação entre pessoas surdas e ouvintes.

A ideia surgiu a quando Rebeca Duarte, aluna envolvida no projeto, observou as dificuldades de comunicação por uma criança surda de seu convívio. A situação a levou a buscar uma solução capaz de facilitar a comunicação e ampliar a autonomia de pessoas surdas. “Isso mexeu comigo, porque ele não conseguia se comunicar e interagir com outras crianças. Hoje ele tem o apoio de um intérprete, mas ainda é difícil. Foi daí que nasceu o projeto”, conta.

A partir disso, a pesquisa realizada pelos estudantes apresentou a eles situações enfrentadas por pessoas surdas não oralizadas, especialmente em consultas e atendimentos de saúde. Com a definição do problema, os estudantes começaram a pesquisar os componentes necessários para desenvolver uma tecnologia capaz de reconhecer os movimentos realizados pelas mãos. 

“O nosso objetivo é que ele acompanhe a gramática da Libras e dê mais autonomia para a pessoa surda, porque muitas vezes ela precisa se comunicar por meio de terceiros, que não é sua maneira natural de se expressar. Também queremos que as pessoas ouvintes possam conhecer e assimilar melhor os sinais”, explica Rebeca.

O primeiro protótipo utiliza sensores posicionados nos dedos da luva para captar a curvatura e a movimentação dos dedos durante a realização dos sinais. “Os movimentos identificados são comparados com informações armazenadas em um banco de dados e, quando há correspondência, o sistema gera uma resposta em áudio. Na versão atual, o som é reproduzido por um alto-falante conectado ao dispositivo”, explica Giovanna Pistolini, estudante da equipe.

Como próximo passo, os estudantes pretendem incorporar Bluetooth ao sistema para que a resposta sonora possa ser reproduzida por dispositivos que já possuem alto-falantes, como televisores, caixas de som e notebooks, por exemplo. A mudança poderá reduzir a necessidade de transportar um alto-falante próprio, tornando o uso da solução mais flexível.

O processo tem contribuído para que os estudantes ampliem seus conhecimentos em programação, eletrônica e desenvolvimento de protótipos, além de aprimorarem a capacidade de trabalhar em equipe. “O projeto desenvolveu muito o nosso raciocínio lógico e nossa capacidade de resolver problemas em grupo. Cada integrante assumiu responsabilidades específicas, mas reunimos essas diferentes áreas para construir a solução juntos”, destaca Daniel Correia, aluno também envolvido na solução.

Aluno trabalha no projeto ‘Lubra’, desenvolvido em Piracicaba (SP)

Durante a pesquisa, a equipe ainda ampliou o conhecimento sobre seu público-alvo e passou a compreender melhor os conceitos relacionados à surdez, à comunicação e à terminologia utilizada para tratar do tema. “Pesquisamos muito e fomos descobrindo os termos corretos. Esse processo melhorou nosso conhecimento sobre a comunidade surda, além do conhecimento tecnológico e da nossa capacidade de encontrar soluções durante a construção do projeto”, conta Giovanna.

Para Helvio Kanamaru, Diretor de ESG e Cidadania Corporativa da Samsung para a América Latina, o projeto LUBRA mostra como a tecnologia pode ser desenvolvida a partir da escuta de uma necessidade concreta e transformada em uma solução com potencial para ampliar a autonomia e a inclusão. “Ao combinar sensores, programação e conhecimentos científicos para enfrentar uma barreira de comunicação, os estudantes demonstram como a abordagem STEM pode contribuir para desafios reais da sociedade”, afirma.

“O Solve for Tomorrow Brasil cria oportunidades para que estudantes da rede pública reconheçam seu potencial e coloquem seus conhecimentos em prática para enfrentar problemas reais. Projetos como o LUBRA mostram a importância de apoiar jovens e educadores em processos de investigação e experimentação, que articulam aprendizagem, inovação e compromisso com uma sociedade mais inclusiva”, afirma Beatriz Cortese, diretora executiva do Cenpec.

Segundo os estudantes, a mentorias promovidas pelo Solve for Tomorrow Brasil têm ajudado a equipe a revisar materiais, esclarecer dúvidas científicas e encontrar soluções para desafios de programação e desenvolvimento. A mentoria também trouxe sugestões para o design da luva e para tornar o protótipo mais próximo da proposta visual imaginada pelos estudantes. “Também nos ajuda a manter o foco quando nos perdemos e traz uma visão mais objetiva para o projeto”, afirma Rebeca.

Para os professores envolvidos, a participação no Solve for Tomorrow Brasil representa uma oportunidade de ampliar a cultura de projetos na escola e aproximar os estudantes de experiências de pesquisa, desenvolvimento tecnológico e resolução de problemas. “Tem sido uma experiência de grande aprendizado. Ver os estudantes buscando conhecimento científico e desenvolvendo soluções é muito gratificante, e eles acabam sendo uma referência para outros alunos da escola”, afirma Luís Henrique Bernardo, professor parceiro do projeto.

Para Marcos Anibal Cunha, professor orientador da equipe, esse processo é especialmente importante para jovens estudantes, pois os ajuda a reconhecer a própria capacidade de desenvolver soluções tecnológicas. “Eles se reúnem, dividem as tarefas, trocam ideias e se ajudam. Eles perceberam que têm capacidade para desenvolver esse tipo de projeto e que essa capacidade só precisa ser trabalhada”, conclui.

O que é o Solve for Tomorrow Brasil? 

O Solve for Tomorrow Brasil é o programa global de Cidadania Corporativa da Samsung que incentiva estudantes do Ensino Médio de escolas públicas a desenvolver soluções inovadoras para desafios reais, com base na abordagem STEM. Entre os destaques da iniciativa estão: 

  • Educação com impacto real: estudantes desenvolvem soluções para desafios identificados em suas comunidades 
  • Abordagem STEM: integração de ciência, tecnologia, engenharia e matemática na prática 
  • Aprendizagem Baseada em Projetos (PBL): foco em protagonismo, criatividade e trabalho em equipe 
  • Mentorias e capacitação: apoio de especialistas ao longo de toda a jornada 

 O Solve for Tomorrow Brasil chega a 13ª edição com crescimento1 de 7,7% no número de projetos inscritos em comparação ao 2025. Além do aumento no volume de propostas, a edição de 2026 apresentou avanços significativos no que diz respeito à diversidade dos participantes, com aumento de 11% na participação feminina (considerando estudantes mulheres), além da ampliação de 3% no número de escolas quilombolas e instituições localizadas em áreas rurais. 

Qual é o impacto do Solve for Tomorrow? 

O Solve for Tomorrow já alcançou mais de 442 mil alunos e professores de escolas públicas em 21 países da América Latina, promovendo experiências de aprendizagem prática, colaboração e desenvolvimento de competências essenciais para o futuro. A edição brasileira conta com a coordenação geral do Cenpec e o apoio de parceiros institucionais comprometidos com o fortalecimento da educação pública e da inovação.

Calendário Solve for Tomorrow Brasil 2026

  • 16 de outubro: anúncio dos 10 finalistas do Solve for Tomorrow Brasil 2026
  • 19 de outubro a 27 de novembro: Mentoria para as equipes finalistas
  • 23 de novembro: abertura da votação pelo Júri Popular
  • 7 de dezembro: 7ª Mostra Solve for Tomorrow Brasil
  • 8 de dezembro: anúncio dos vencedores por categoria

Essas e outras informações sobre o Solve for Tomorrow Brasil estão disponíveis no site oficial do programa e na Samsung Newsroom Brasil. 

1 Dados internos Samsung considerando os projetos válidos. Comparativo entre os anos de 2025 e 2026.

Dia Mundial dos Professores: Samsung celebra educadores que transformam a educação na América Latina

Neste Dia Mundial dos Professores (5), a Samsung celebra a dedicação, a coragem e o poder de transformação dos educadores que, todos os dias, transformam suas comunidades e inspiram jovens. Presente na região desde 2014, o Samsung Solve for Tomorrow já impactou cerca de 450 mil professores e estudantes em 21 países, mobilizando comunidades escolares para identificar desafios locais e desenvolver soluções por meio da ciência, tecnologia e criatividade.
 

No programa, os professores orientam estudantes na criação de soluções para desafios reais de suas comunidades e, nesse processo, também transformam sua forma de ensinar. No contato diário com os alunos, acompanham novas perguntas, diferentes pontos de vista e maneiras de enxergar problemas que nem sempre aparecem nos livros. No Solve for Tomorrow, essa troca ganha ainda mais espaço: ao atuar como facilitadores do processo de aprendizagem, e não apenas como quem traz as respostas, os educadores ajudam os jovens a investigar, testar ideias e descobrir do que são capazes, ao mesmo tempo em que também aprendem com eles.
 

Da resposta pronta à construção conjunta
 

Para Henrique Pereira, professor de Biologia da rede estadual de São Paulo, essa mudança aconteceu aos poucos. Quando começou a desenvolver projetos de pesquisa com os estudantes, costumava definir grande parte das etapas do trabalho. A experiência com o projeto Macafiltro, no Solve for Tomorrow, mudou essa dinâmica.
 

Ao longo dos projetos, os estudantes passaram a investigar problemas presentes em sua própria realidade, conversar com pessoas próximas e propor caminhos para enfrentá-los. Henrique percebeu uma mudança importante na maneira como os jovens passaram a enxergar seu papel diante dos desafios da comunidade. “Eles passaram a entender que os problemas existentes em sua própria comunidade não precisavam ser simplesmente terceirizados para outras pessoas ou instituições. Eles também poderiam investigá-los e tentar encontrar soluções”, conta.
 

Em 2026, essa dinâmica avançou ainda mais: os próprios estudantes apresentaram ideias de pesquisa, e os professores escolheram quais projetos gostariam de orientar. Para Henrique, essa inversão de papéis representa uma das maiores contribuições do programa para sua prática. “Hoje, os próprios estudantes chegam com suas perguntas e suas ideias, e nós, professores, ajudamos a transformá-las em projetos. Portanto, acho que essa foi uma das maiores contribuições do Solve for Tomorrow para a minha prática: o Prêmio me ensinou a confiar mais na capacidade dos estudantes de pensar, propor e construir seus próprios caminhos”, afirma.
 

A experiência também transformou a maneira como Henrique entende a própria profissão. Depois de anos acompanhando projetos de pesquisa, ele resume essa mudança dizendo: “Aquela mudança não aconteceu apenas nos meus alunos. Ela aconteceu também em mim.”

Professor Henrique junto ao seu grupo de jovens alunas que desenvolveram um filtro com sementes de macaúba, planta abundante em sua comunidade.

Aprender a ouvir também faz parte de ensinar
 

Na Bolívia, Liliam Rocio Coronel Botello, professora com 31 anos de experiência, conta que o Solve for Tomorrow transformou sua maneira de se relacionar com os estudantes. A experiência a fez repensar o papel do professor e dar mais espaço para que os jovens participassem ativamente da construção dos projetos. “Aprendi a escutar. Como professora, evoluí bastante para o papel de guia, de acompanhante”, conta.


Na experiência com o projeto Biotransformadores, essa mudança se refletiu na confiança dos estudantes. Coronel acompanhou jovens que, inicialmente, tinham dificuldade para se expressar e que, ao longo do trabalho, passaram a participar mais, compartilhar suas ideias e colaborar com os colegas. “Esse é o meu orgulho: vê-los crescer como estudantes e ganhar confiança em si mesmos”, afirma.


A trajetória de Coronel também dá à homenagem deste Dia Mundial dos Professores um significado especial. Depois de 31 anos de profissão, ela se prepara para a aposentadoria, mas vê a possibilidade de continuar apoiando jovens como algo que pretende levar consigo. “Falta um aninho para eu me aposentar. São 31 anos como professora e acho que já cumpri meu papel. Mas, se houver possibilidade de continuar ajudando e apoiando rapazes e moças, será com todo o prazer; isso sempre vai estar no meu coração”, conta.

Professora Coronel apresentando seu grupo de estudantes e celebrando a conquista no Solve for Tomorrow Bolivia pelo protótipo do biodigestor que converte resíduos em biogás, água de irrigação e fertilizante.

Quando os estudantes percebem que têm algo a contribuir
 

Na Argentina, a experiência de María Alejandra Zerpa, professora de Informática e Docente Guía do projeto Solar Pack, em Campo Quijano, também mostrou como o papel do professor pode mudar quando os alunos ganham espaço para participar ativamente do processo.


Para María, uma das principais lições foi perceber que o professor não precisa ter todas as respostas. Ao permitir que os estudantes apresentassem suas ideias, testassem possibilidades e encontrassem diferentes caminhos para um mesmo problema, ela passou a enxergar com mais clareza o potencial que existe quando os jovens assumem o protagonismo. “Muitas vezes, como docentes, acreditamos que temos todas as respostas, e não é assim”, afirma.


Ao longo do projeto, María observou mudanças que iam além do desenvolvimento da solução. Os estudantes ganharam confiança, desenvolveram curiosidade, empatia, pensamento crítico e capacidade de trabalhar em equipe, além de reconhecerem habilidades que ainda não tinham percebido em si mesmos. Para ela, a experiência mostrou como um problema identificado na comunidade pode se transformar em uma oportunidade para os jovens entenderem que também podem contribuir para mudar sua realidade.

Professora María Alejandra Zerpa e seus estudantes que desenvolveram o projeto Solar Pack, uma mochila solar que oferece iluminação portátil

Professores que também fazem parte da força do programa
 

As experiências de Henrique, Liliam e María acontecem em diferentes países, mas mostram que o impacto do programa também acompanha quem ensina, seja na forma de enxergar os estudantes, de conduzir os projetos ou de repensar a própria prática.


Esse papel é parte central da proposta do Solve for Tomorrow. Para Helvio Kanamaru, diretor de ESG e Cidadania Corporativa da Samsung para a América Latina, os professores são fundamentais para a transformação positiva dos estudantes. “O Solve for Tomorrow só é possível graças à dedicação e ao compromisso das professoras e professores das redes públicas de ensino. Eles são verdadeiros catalisadores de ideias, conectando os conteúdos curriculares a habilidades socioemocionais e inspirando os jovens a transformar a criatividade em soluções que impactam suas comunidades”, afirma.
 

A parceria com os educadores também está presente na construção da plataforma regional do programa, criada para reconhecer e fortalecer a rede de professores na América Latina e reunir referências pedagógicas desenvolvidas por docentes para docentes. A proposta parte da experiência acumulada pelos próprios educadores e busca estimular a troca de conhecimentos entre diferentes países e contextos.
 

Na prática, o Solve for Tomorrow busca criar justamente esse espaço de parceria. As equipes passam por uma jornada de treinamentos e mentorias baseada em metodologias ativas de aprendizagem, como o Design Thinking e a Aprendizagem Baseada em Projetos.
 

Neste Dia Mundial dos Professores, as histórias desses educadores são também uma forma de reconhecer e celebrar aqueles que, todos os dias, dedicam seu conhecimento, tempo e experiência a guiar novas gerações, contribuindo para uma educação mais conectada às realidades e aos desafios de suas comunidades.
 

Para conhecer outras histórias de educadores e estudantes da América Latina que participaram do Solve for Tomorrow, acesse Link.
 

Solve for Tomorrow Brasil 2026
 

Realizado no Brasil desde 2014, o Solve for Tomorrow está em sua 13ª edição brasileira – atualmente na etapa de semifinalistas, que pela primeira vez com 30 projetos selecionados. Conheça cada um deles no site oficial e na Samsung Newsroom Brasil.
 

Veja o cronograma da 13ª edição do Solve for Tomorrow Brasil.

  • 16 de outubro: anúncio dos 10 finalistas do Solve for Tomorrow Brasil 2026
  • 23 de novembro: abertura da votação pelo Júri Popular
  • 8 de dezembro: anúncio dos vencedores por categoria

Estudantes de Lucas do Rio Verde (MT) são semifinalistas do Solve for Tomorrow com óculos com IA para acessibilidade

Estudantes do Instituto Federal do Mato Grosso – Campus Avançado Lucas do Rio Verde, estão entre as 30 equipes semifinalistas da 13ª edição brasileira do Solve for Tomorrow, programa de Cidadania Corporativa da Samsung, com coordenação geral do Cenpec no Brasil. A iniciativa é conhecida por estimular estudantes e professores da rede pública de ensino a desenvolverem soluções para desafios reais da sociedade a partir da abordagem STEM (sigla em inglês para Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática).

A equipe formada por quatro alunos do 2º ano do ensino médio desenvolve o projeto ‘Óculos com Inteligência Artificial para Acessibilidade de Deficientes Visuais’, com a proposta de criar um dispositivo de baixo custo que utilize recursos de visão computacional para auxiliar pessoas com deficiência visual em tarefas como leitura, identificação de objetos e reconhecimento de obstáculos.

A ideia surgiu a partir de uma experiência pessoal da estudante Bruna Stoinski, que tem na família uma pessoa com baixa visão. Ao observar as dificuldades enfrentadas no cotidiano e conhecer outras pessoas com deficiência visual, ela pensou em desenvolver uma tecnologia que pudesse contribuir para ampliar a autonomia desse público. 

O protótipo combina uma câmera com um mini computador equipado com recursos de conectividade, além de alto-falante e fones de ouvido. A proposta é que o sistema processe as imagens captadas e transforme as informações identificadas em comandos de áudio, permitindo que o usuário receba orientações sem precisar visualizar uma tela.

A equipe pesquisa recursos de visão computacional para identificar diferentes tipos de informação. Entre as aplicações estudadas estão a leitura de palavras e textos, o reconhecimento de objetos e a identificação de obstáculos. Segundo os estudantes, a proposta reúne e adapta tecnologias já existentes em uma solução pensada especificamente para pessoas com deficiência visual.

“Nós pesquisamos outros óculos e percebemos que alguns recursos eram voltados para descrever ambientes ou materiais, mas não eram específicos para pessoas com deficiência visual. Estamos juntando tecnologias que já existem e aprimorando todas elas em uma única solução”, conta Junior Eduardo, integrante do grupo.

Para orientar o trabalho, os estudantes criaram um formulário destinado a pessoas com deficiência visual, com perguntas sobre características dos usuários e recursos que gostariam de encontrar em uma tecnologia desse tipo. A equipe também busca estabelecer contato com escolas e profissionais que trabalham com pessoas com deficiência visual para coletar sugestões e, posteriormente, testar o protótipo.

“Quando tivermos o primeiro protótipo, nossa ideia é conversar com essas pessoas e usar os feedbacks e as ideias delas para desenvolver melhorias nos óculos. Nosso alicerce para produzir esse projeto se resume a ‘nada é sobre nós sem nós’: não podemos fazer esses óculos sem que as pessoas que precisam deles estejam incluídas nesse processo”, afirma Bruna.

Para Helvio Kanamaru, Diretor de ESG e Cidadania Corporativa da Samsung para a América Latina, projetos como o desenvolvido pelos estudantes de Lucas do Rio Verde mostram a importância de colocar as pessoas diretamente impactadas por uma solução no centro do processo de inovação. “Ao transformar uma experiência pessoal em uma oportunidade de pesquisa e desenvolvimento tecnológico, os alunos demonstram que a ciência também pode ser uma ferramenta para ampliar a autonomia e a inclusão. O Solve for Tomorrow busca justamente estimular esse olhar atento para os desafios da sociedade e o protagonismo dos jovens na criação de respostas para essas questões”, afirma.

“É muito significativo ver estudantes da escola pública transformando uma experiência concreta em uma oportunidade de pesquisa, aprendizagem e criação. No desenvolvimento dos óculos, eles não estão apenas aprendendo sobre inteligência artificial e visão computacional: estão investigando uma questão de acessibilidade, buscando ouvir as pessoas diretamente envolvidas e pensando em como incorporar essas perspectivas ao projeto. É esse protagonismo, articulado ao conhecimento e à mediação dos educadores, que dá sentido à inovação na educação”, afirma Beatriz Cortese, diretora-executiva do Cenpec. 

Além do desenvolvimento tecnológico, o projeto tem contribuído para a formação dos estudantes como pesquisadores. Segundo Vigner Vieira dos Santos, professor e orientador do grupo, os alunos passaram a desenvolver habilidades relacionadas à criatividade, organização, responsabilidade, disciplina e cumprimento de prazos. O processo de construção do protótipo, incluindo modelagem e impressão 3D, também aproximou os alunos da experimentação prática.

Para os estudantes, a participação no Solve for Tomorrow tem ampliado o contato da equipe com outros projetos e diferentes formas de pensar e criar soluções. “Vivenciamos muitas situações no dia a dia que não recebem a devida atenção. O Solve traz essa possibilidade de pensar em como resolver esses problemas. Também temos visto outros projetos do programa que são incríveis e muito interessantes de acompanhar”, conta Ester Carla Sobral, aluna envolvida no projeto.

Já o professor Vigner observa que a experiência ampliou sua própria perspectiva sobre acessibilidade. “Tenho aprendido muito com eles e com essa iniciativa. É um projeto que nos faz pensar nas pessoas ao nosso redor. Espero que possamos contribuir com essa acessibilidade e que esses estudantes possam se tornar uma referência”, conclui.

O que é o Solve for Tomorrow Brasil? 

O Solve for Tomorrow Brasil é o programa global de Cidadania Corporativa da Samsung que incentiva estudantes do Ensino Médio de escolas públicas a desenvolver soluções inovadoras para desafios reais, com base na abordagem STEM. Entre os destaques da iniciativa estão: 

  • Educação com impacto real: estudantes desenvolvem soluções para desafios identificados em suas comunidades 
  • Abordagem STEM: integração de ciência, tecnologia, engenharia e matemática na prática 
  • Aprendizagem Baseada em Projetos (PBL): foco em protagonismo, criatividade e trabalho em equipe 
  • Mentorias e capacitação: apoio de especialistas ao longo de toda a jornada 

O Solve for Tomorrow Brasil chega a 13ª edição com crescimento1 de 7,7% no número de projetos inscritos em comparação ao 2025. Além do aumento no volume de propostas, a edição de 2026 apresentou avanços significativos no que diz respeito à diversidade dos participantes, com aumento de 11% na participação feminina (considerando estudantes mulheres), além da ampliação de 3% no número de escolas quilombolas e instituições localizadas em áreas rurais. 

Qual é o impacto do Solve for Tomorrow Brasil? 

O Solve for Tomorrow já alcançou mais de 442 mil alunos e professores de escolas públicas em 21 países da América Latina, promovendo experiências de aprendizagem prática, colaboração e desenvolvimento de competências essenciais para o futuro. A edição brasileira conta com a coordenação geral do Cenpec e o apoio de parceiros institucionais comprometidos com o fortalecimento da educação pública e da inovação.

Calendário Solve for Tomorrow Brasil 2026

  • 16 de outubro: anúncio dos 10 finalistas do Solve for Tomorrow Brasil 2026
  • 19 de outubro a 27 de novembro: Mentoria para as equipes finalistas
  • 23 de novembro: abertura da votação pelo Júri Popular
  • 8 de dezembro: anúncio dos vencedores por categoria

Essas e outras informações sobre o Solve for Tomorrow Brasil estão disponíveis no site oficial do programa e na Samsung Newsroom Brasil. 

1 Dados internos Samsung considerando os projetos válidos. Comparativo entre os anos de 2025 e 2026.

Estudantes de Miranda (MS) são semifinalistas do Solve for Tomorrow com sistema de aquaponia que reaproveita água de ar-condicionado

Estudantes da Escola Estadual Caetano Pinto, em Miranda (MS), estão entre as 30 equipes semifinalistas da 13ª edição brasileira do Solve for Tomorrow, programa de Cidadania Corporativa da Samsung, com coordenação geral do Cenpec no Brasil. A iniciativa estimula estudantes e professores da rede pública de ensino a desenvolverem soluções para desafios reais da sociedade a partir da abordagem STEM (sigla em inglês para Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática).

A equipe formada por estudantes do 1º, 2º e 3º anos do ensino médio desenvolve o projeto ‘AquaPantanal: Água que ensina, alimenta e preserva’. A proposta busca reaproveitar a água condensada pelos aparelhos de ar-condicionado, que atualmente é descartada. Ao mesmo tempo, a localização de Miranda, município conhecido pela relação com a pesca e inserido no contexto do Cerrado e do Pantanal, levou o grupo a investigar se essa água poderia ser utilizada em um sistema de criação de peixes e cultivo de hortaliças.

A solução proposta é baseada no conceito de aquaponia, sistema que integra a criação de peixes ao cultivo de plantas. A equipe trabalha para desenvolver um protótipo de baixo custo que permita reaproveitar a água e, ao mesmo tempo, produzir alimentos. Entre as espécies consideradas pelos estudantes está o lambari do rabo amarelo, peixe nativo que poderá ser avaliado ao longo dos testes.

“O projeto contribui para que eles reconheçam como medir o pH, entendam que a água precisa estar dentro de determinados parâmetros para os peixes e desenvolvam habilidades de fazer levantamentos e buscar respostas científicas para os problemas. Com a IoT (sigla em inglês para Internet das Coisas), eles também vão poder captar informações do ambiente, o que aguça a curiosidade e a vontade de implementar coisas novas”, afirma Elissandra Aparecida Medeiros Barreto Kling de Santana, professora parceira do grupo.

Segundo Helvio Kanamaru, Diretor de ESG e Cidadania Corporativa da Samsung para a América Latina, projetos como o AquaPantanal mostram como a ciência pode nascer da observação de situações presentes no cotidiano e se transformar em soluções com potencial de impacto para toda a comunidade escolar. “Ao investigar o reaproveitamento da água condensada dos aparelhos de ar-condicionado e integrá-lo a um sistema de aquaponia, os estudantes estão desenvolvendo conhecimentos científicos e tecnológicos enquanto refletem sobre o uso responsável dos recursos naturais. É esse olhar atento para a realidade, aliado à curiosidade, à pesquisa e à vontade de transformar, que o Solve for Tomorrow busca estimular nos jovens”, afirma.

“O AquaPantanal mostra como a escola pode ser um espaço de investigação conectado ao território e aos desafios que fazem parte do cotidiano dos estudantes. A partir de uma questão, como o destino da água condensada pelos aparelhos de ar-condicionado, os jovens estão mobilizando conhecimentos de diferentes áreas, formulando hipóteses, realizando experimentos e buscando construir uma solução. Esse percurso é muito importante, porque aproxima os estudantes da ciência e mostra que produzir conhecimento também é uma forma de compreender e transformar a realidade”, afirma Beatriz Cortese, diretora-executiva do Cenpec.

Para Flavio Rossi Galhardo de Figueiredo, professor orientador do grupo, o grupo tem aprendido a observar problemas na comunidade, formular hipóteses, buscar informações em bibliografias e realizar testes para encontrar respostas. “Eles estão desenvolvendo o pensamento crítico e tendo um processo de iniciação científica dentro da escola. Alguns nunca tinham tido esse contato com a ciência. Estão melhorando o entendimento sobre como as coisas funcionam, além de desenvolverem a socialização. Isso pode direcionar esses alunos para a ciência e servir para a vida deles”, explica.

Segundo Elissandra, estar entre os semifinalistas representa um reconhecimento para os estudantes e para toda a comunidade escolar. “É uma valorização não só para nós, mas para a escola e para os alunos. É um projeto feito por nós, em um município pequeno e distante, e de repente aparecer em nível nacional é uma honra. Temos carinho e cuidado em cada passo do projeto. Isso nos faz sentir capazes. É um sonho se realizando”, conclui.

O que é o Solve for Tomorrow Brasil? 

O Solve for Tomorrow Brasil é o programa global de Cidadania Corporativa da Samsung que incentiva estudantes do Ensino Médio de escolas públicas a desenvolver soluções inovadoras para desafios reais, com base na abordagem STEM. Entre os destaques da iniciativa estão: 

  • Educação com impacto real: estudantes desenvolvem soluções para desafios identificados em suas comunidades 
  • Abordagem STEM: integração de ciência, tecnologia, engenharia e matemática na prática 
  • Aprendizagem Baseada em Projetos (PBL): foco em protagonismo, criatividade e trabalho em equipe 
  • Mentorias e capacitação: apoio de especialistas ao longo de toda a jornada 

O Solve for Tomorrow Brasil chega a 13ª edição com crescimento1 de 7,7% no número de projetos inscritos em comparação ao 2025. Além do aumento no volume de propostas, a edição de 2026 apresentou avanços significativos no que diz respeito à diversidade dos participantes, com aumento de 11% na participação feminina (considerando estudantes mulheres), além da ampliação de 3% no número de escolas quilombolas e instituições localizadas em áreas rurais. 

Qual é o impacto do Solve for Tomorrow Brasil? 

O Solve for Tomorrow já alcançou mais de 442 mil alunos e professores de escolas públicas em 21 países da América Latina, promovendo experiências de aprendizagem prática, colaboração e desenvolvimento de competências essenciais para o futuro. A edição brasileira conta com a coordenação geral do Cenpec e o apoio de parceiros institucionais comprometidos com o fortalecimento da educação pública e da inovação.

Calendário Solve for Tomorrow Brasil 2026

  • 16 de outubro: anúncio dos 10 finalistas do Solve for Tomorrow Brasil 2026
  • 19 de outubro a 27 de novembro: Mentoria para as equipes finalistas
  • 23 de novembro: abertura da votação pelo Júri Popular
  • 8 de dezembro: anúncio dos vencedores por categoria

Essas e outras informações sobre o Solve for Tomorrow Brasil estão disponíveis no site oficial do programa e na Samsung Newsroom Brasil. 

1 Dados internos Samsung considerando os projetos válidos. Comparativo entre os anos de 2025 e 2026.

Estudantes de Boa Vista (RR) são semifinalistas do Solve for Tomorrow com projeto de bioinseticida natural

Estudantes da Escola Estadual Major Alcides Rodrigues dos Santos, em Boa Vista (RR), estão entre as 30 equipes semifinalistas da 13ª edição brasileira do Solve for Tomorrow, programa de Cidadania Corporativa da Samsung, com coordenação geral do Cenpec no Brasil. A iniciativa estimula estudantes e professores da rede pública de ensino a desenvolverem soluções para desafios reais da sociedade a partir da abordagem STEM (sigla em inglês para Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática).

A equipe formada por cinco estudantes do 2º ano do ensino médio desenvolve o projeto ‘BIOGELIM: Bioinseticida de Gergelim Preto para Hortas Sustentáveis’. A iniciativa busca criar uma alternativa natural para o controle de pragas como pulgões e lagartas em hortas caseiras, reduzindo a dependência de inseticidas sintéticos e mitigando os impactos associados ao seu uso.

“O protótipo começou a partir da problemática dos agrotóxicos no meio ambiente. Pesquisando, encontramos o gergelim e vimos que ele tem compostos que repelem insetos. A partir disso, iniciamos a busca por uma solução viável contra as pragas. As pesquisas científicas, os testes em campo e as feiras de ciências ajudaram a gente a aprimorar o projeto”, explica Juan Vitor, estudante integrante da equipe.

Para o desenvolvimento do BIOGELIM, os estudantes trabalham com extratos da folha e da semente do gergelim preto. A equipe passou a realizar experimentos na horta da própria escola, avaliando a eficácia do protótipo e fazendo ajustes em sua formulação, além de acompanhar e analisar o comportamento das plantas e a presença de pragas para entender como aprimorar a solução.

Além da parte científica, o grupo participa de diferentes etapas do desenvolvimento do projeto. Há integrantes envolvidos nos testes e na busca por materiais, enquanto outros atuam na organização, no registro das atividades e na comunicação da iniciativa. “Tem sido uma boa experiência, porque estamos mudando algumas coisas para melhorar e tornar o projeto ainda mais eficaz e sustentável, sem prejudicar o meio ambiente”, conta Hemmilly Vithoria, estudante integrante da equipe.

“Um dos impactos do projeto para a nossa região é o envolvimento da comunidade escolar e de pessoas com pequenas plantações caseiras. A solução ajuda a combater as pragas sem causar danos ao solo, aos alimentos e às pessoas que os consomem. É uma alternativa viável porque busca enfrentar a poluição e a intoxicação, além de inibir os insetos”, explica Juan.

Alunos de Boa Vista (RR) desenvolvem o projeto ‘BIOGELIM’

A comunidade escolar também aparece no desenvolvimento da iniciativa. De acordo com o professor Manoel Reildo Cerdeira dos Santos, orientador do grupo, as famílias dos estudantes têm acompanhado as atividades e contribuído para que os alunos possam participar das diferentes etapas do programa. As mentorias do Solve for Tomorrow também têm sido utilizadas pela equipe para revisar aspectos científicos, econômicos e ambientais do projeto.

Para Helvio Kanamaru, Diretor de ESG e Cidadania Corporativa da Samsung para a América Latina, o BIOGELIM mostra como a pesquisa científica pode alavancar o estímulo aos estudos, além de promover o envolvimento da comunidade escolar e familiar dos alunos. “Ao investigar uma alternativa natural para o controle de pragas, os estudantes de Boa Vista estão desenvolvendo não apenas um protótipo, mas também habilidades de pesquisa, experimentação e trabalho em equipe. É esse protagonismo, aliado à busca por soluções para questões ambientais e sociais, que o Solve for Tomorrow busca estimular nas escolas públicas brasileiras”, afirma. 

“Quando a escola pública cria oportunidades para que estudantes investiguem problemas reais e produzam conhecimento, ela amplia as possibilidades de aprendizagem e de participação dos jovens em seus territórios. No BIOGELIM, vemos esse processo acontecer a partir da pesquisa científica, da experimentação e do trabalho coletivo, com estudantes assumindo um papel ativo na construção da solução. Fortalecer experiências como essa é também reconhecer a capacidade de inovação que existe nas escolas públicas de diferentes regiões do país”, afirma Beatriz Cortese, diretora-executiva do Cenpec.

Para os estudantes, o Solve for Tomorrow representa uma oportunidade de ampliar o contato com a pesquisa científica. Juan, por exemplo, conta que seu interesse pelo tema aumentou ao longo do desenvolvimento do projeto, à medida que passou a investigar novas informações e possibilidades para a solução. 

“É nossa primeira vez no programa e tem nos estimulado a buscar conhecimento científico e ter vontade de pesquisar e saber mais. Isso melhora nossa capacidade de raciocinar, nossa oratória e faz a gente ter vontade de crescer profissionalmente e academicamente”, relata.

A experiência também ajuda os alunos a compreenderem o funcionamento da pesquisa científica na prática. “É superimportante para o desenvolvimento do nosso projeto. Temos adquirido novos conhecimentos com todas as pessoas e equipes que conhecemos. Podemos achar que o projeto está bom, mas sempre dá para melhorar. Também aprendemos que tudo bem errar: é só continuar e seguir trabalhando firme no projeto”, afirma Hemmilly.

Em sua terceira participação no Solve for Tomorrow Brasil, sendo a primeira como semifinalista, o professor Manoel enxerga o programa como uma oportunidade de aprofundar o trabalho desenvolvido pelos alunos. “A mentoria e os webinars ajudam muito, dão dicas de como fazer, orientam e são fundamentais para seguirmos fazendo ciência. É um programa que faz nossa dedicação valer a pena. Estamos felizes por chegar à semifinal e trabalhando muito para melhorar o protótipo”, conclui.

O que é o Solve for Tomorrow Brasil? 

O Solve for Tomorrow Brasil é o programa global de Cidadania Corporativa da Samsung que incentiva estudantes do Ensino Médio de escolas públicas a desenvolver soluções inovadoras para desafios reais, com base na abordagem STEM. Entre os destaques da iniciativa estão: 

  • Educação com impacto real: estudantes desenvolvem soluções para desafios identificados em suas comunidades 
  • Abordagem STEM: integração de ciência, tecnologia, engenharia e matemática na prática 
  • Aprendizagem Baseada em Projetos (PBL): foco em protagonismo, criatividade e trabalho em equipe 
  • Mentorias e capacitação: apoio de especialistas ao longo de toda a jornada 

O Solve for Tomorrow Brasil chega a 13ª edição com crescimento1 de 7,7% no número de projetos inscritos em comparação ao 2025. Além do aumento no volume de propostas, a edição de 2026 apresentou avanços significativos no que diz respeito à diversidade dos participantes, com aumento de 11% na participação feminina (considerando estudantes mulheres), além da ampliação de 3% no número de escolas quilombolas e instituições localizadas em áreas rurais. 

Qual é o impacto do Solve for Tomorrow Brasil? 

O Solve for Tomorrow já alcançou mais de 442 mil alunos e professores de escolas públicas em 21 países da América Latina, promovendo experiências de aprendizagem prática, colaboração e desenvolvimento de competências essenciais para o futuro. A edição brasileira conta com a coordenação geral do Cenpec e o apoio de parceiros institucionais comprometidos com o fortalecimento da educação pública e da inovação.

Calendário Solve for Tomorrow Brasil 2026

  • 16 de outubro: anúncio dos 10 finalistas do Solve for Tomorrow Brasil 2026
  • 19 de outubro a 27 de novembro: Mentoria para as equipes finalistas
  • 23 de novembro: abertura da votação pelo Júri Popular
  • 8 de dezembro: anúncio dos vencedores por categoria

Essas e outras informações sobre o Solve for Tomorrow Brasil estão disponíveis no site oficial do programa e na Samsung Newsroom Brasil. 

1 Dados internos Samsung considerando os projetos válidos. Comparativo entre os anos de 2025 e 2026.

Alunas de Luziânia (GO) são semifinalistas do Solve for Tomorrow com projeto científico usando o jatobá-do-cerrado

Um grupo de três alunas do CEPI Colégio Estadual Osvaldo da Costa Meireles, em Luziânia (GO), está entre os 30 semifinalistas da 13ª edição brasileira do Solve for Tomorrow, programa de Cidadania Corporativa da Samsung, com coordenação geral do Cenpec no Brasil, que incentiva estudantes e professores da rede pública de ensino a desenvolverem soluções para desafios reais da sociedade a partir da abordagem STEM (sigla em inglês para Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática). 

Sob orientação da professora Gabrielle Rosa Silva, a equipe do 3º ano do ensino médio tem trabalhado na criação de produtos a partir do jatobá-do-cerrado, fruto típico da região, a fim de valorizar a biodiversidade local e explorar seu potencial para aplicações sustentáveis.

O projeto ‘Desenvolvimento e caracterização de bioplástico e larvicida’ surgiu a partir de uma aula da disciplina de Biotecnologia e busca aproveitar diferentes componentes do fruto para a criação de dois bioprodutos: um bioplástico e um larvicida que age contra o desenvolvimento de larvas do mosquito Aedes aegypti. 

A ideia por trás da solução

A partir da polpa, rica em amido, as estudantes desenvolvem um bioplástico com potencial de aplicação na moda e no cotidiano, que pode ser utilizado na produção de brincos, acessórios e outros elementos. A ideia é que, futuramente, o material possa até mesmo ser transformado em tecido. Já a casca do fruto é utilizada para produzir um extrato fitoquímico com ação larvicida, pensado para atuar em focos de água onde se desenvolvem as larvas do Aedes aegypti, mosquito transmissor de doenças como dengue e zika.

Alunas de Luziânia, Goiás, mostram acessórios produzidos a partir de bioplástico

Segundo Gabrielle Rosa Silva, professora e orientadora do grupo, a iniciativa nasceu do desejo de olhar para as riquezas naturais presentes na região e transformá-las em oportunidades de desenvolvimento. “Pensamos no que temos na região para enfatizar nossas riquezas por meio de produtos. O jatobá é um fruto que tem muito amido, então começamos a trabalhar com ele para produzir o bioplástico. A casca também tem componentes que podem ser utilizados para a questão do controle das larvas. Assim, conseguimos trabalhar com dois propósitos diferentes a partir de um mesmo fruto”, explica a educadora.

O desenvolvimento do projeto começou em 2024 e acompanha a sazonalidade do jatobá-do-cerrado. Durante o período em que o fruto está disponível, as estudantes realizam a coleta e produzem materiais que podem ser armazenados para continuidade dos trabalhos ao longo do ano. 

Atualmente, a equipe está concentrada no aprimoramento do bioplástico, realizando testes relacionados à umidade, degradação, textura, maleabilidade e rigidez. A intenção é compreender melhor as características do material e ampliar suas possibilidades de aplicação. 

“A participação no Solve for Tomorrow tem nos ajudado a ter um norte sobre o que precisamos fazer ao longo das semanas. A mentoria tem sido essencial para alinharmos nossas ideias e entender que não precisamos fazer tudo de uma vez. Agora podemos focar no bioplástico, melhorar o que já temos e pensar em aplicações que realmente possam ser desenvolvidas dentro da nossa realidade”, explica a educadora.

“A valorização dos recursos naturais e o desenvolvimento de soluções a partir das características de cada território são aspectos muito importantes em projetos de inovação com impacto social. Ao transformar uma riqueza do Cerrado em matéria-prima para novos produtos, as estudantes de Luziânia demonstram como a ciência pode contribuir para ampliar o olhar sobre a biodiversidade e, ao mesmo tempo, criar possibilidades concretas para a comunidade”, afirma Helvio Kanamaru, Diretor de ESG e Cidadania Corporativa da Samsung para a América Latina.

“Experiências como essa ampliam as possibilidades de os estudantes se reconhecerem como sujeitos capazes de produzir conhecimento e fazer ciência. Quando meninas de uma escola pública de Luziânia investigam o potencial de um fruto do Cerrado e transformam essa investigação em um projeto científico, elas também estão ampliando seus próprios horizontes. É papel da educação garantir que estudantes de diferentes territórios tenham acesso a essas experiências e possam desenvolver os conhecimentos necessários para participar da construção de novas soluções para a sociedade”, afirma Beatriz Cortese, diretora executiva do Cenpec.

Além do potencial de aplicação dos produtos desenvolvidos, Gabrielle destaca que o projeto já provoca mudanças na trajetória das próprias estudantes. Para ela, a experiência com a ciência contribui para o desenvolvimento de habilidades e para que as alunas passem a enxergar novas possibilidades para o futuro. 

“Uma das meninas entrou na 1ª série muito tímida e, participando da iniciativa, aprimorou a oratória, o pensamento crítico e a capacidade de desenvolver projetos. Elas passaram a querer fazer ciência e isso é importante para formar pessoas críticas, capazes de observar e transformar a realidade. O futuro delas pode ser diferente, e essa experiência também enriquece a futura carreira profissional delas”, conclui.

Para a educadora, estar entre os 30 semifinalistas da 13ª edição também representa uma oportunidade de vivenciar uma experiência que vai além dos resultados do projeto. “Participar do programa é transformador. Quando terminarem, elas não serão as mesmas meninas. Já estamos vendo o quanto estão animadas para trabalhar no diário de bordo, pensar e decidir o que vão produzir. A expectativa não é apenas ganhar, mas aproveitar essa participação, que está sendo muito enriquecedora”, finaliza Gabrielle.

O que é o Solve for Tomorrow Brasil? 

O Solve for Tomorrow Brasil é o programa global de Cidadania Corporativa da Samsung que incentiva estudantes do Ensino Médio de escolas públicas a desenvolver soluções inovadoras para desafios reais, com base na abordagem STEM. Entre os destaques da iniciativa estão: 

  • Educação com impacto real: estudantes desenvolvem soluções para desafios identificados em suas comunidades 
  • Abordagem STEM: integração de ciência, tecnologia, engenharia e matemática na prática 
  • Aprendizagem Baseada em Projetos (PBL): foco em protagonismo, criatividade e trabalho em equipe 
  • Mentorias e capacitação: apoio de especialistas ao longo de toda a jornada 

O Solve for Tomorrow Brasil chega a 13ª edição com crescimento1 de 7,7% no número de projetos inscritos em comparação ao 2025. Além do aumento no volume de propostas, a edição de 2026 apresentou avanços significativos no que diz respeito à diversidade dos participantes, com aumento de 11% na participação feminina (considerando estudantes mulheres), além da ampliação de 3% no número de escolas quilombolas e instituições localizadas em áreas rurais. 

Qual é o impacto do Solve for Tomorrow Brasil? 

O Solve for Tomorrow já alcançou mais de 442 mil alunos e professores de escolas públicas em 21 países da América Latina, promovendo experiências de aprendizagem prática, colaboração e desenvolvimento de competências essenciais para o futuro. A edição brasileira conta com a coordenação geral do Cenpec e o apoio de parceiros institucionais comprometidos com o fortalecimento da educação pública e da inovação. 

Calendário Solve for Tomorrow Brasil 2026

  • 16 de outubro: anúncio dos 10 finalistas do Solve for Tomorrow Brasil 2026
  • 23 de novembro: abertura da votação pelo Júri Popular
  • 8 de dezembro: anúncio dos vencedores por categoria

Essas e outras informações sobre o Solve for Tomorrow Brasil estão disponíveis no site oficial do programa e na Samsung Newsroom Brasil. 

1 Dados internos Samsung considerando os projetos válidos. Comparativo entre os anos de 2025 e 2026.

Samsung Ocean abre inscrições para atividades gratuitas em outubro; agenda contempla Programação, IA, IoT, Digital Health e mais

O Samsung Ocean está com as inscrições abertas para as atividades gratuitas do mês de outubro. A iniciativa oferece capacitação tecnológica por meio de aulas, cursos, workshops e eventos realizados em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e a Universidade de Brasília (UnB).

O programa de capacitação tecnológica da Samsung é totalmente gratuito e oferece certificado de participação aos alunos concluintes. Pessoas de todo o Brasil podem participar das atividades.

O que posso aprender com o Samsung Ocean em outubro?

A agenda de atividades remotas abre o mês de outubro com um curso sobre Modelos de Regressão do Zero em R, com aulas marcadas para os dias 5, 7 e 9 de outubro. E a Trilha de Empreendedorismo realiza, no dia 6, uma aula sobre Escrita de Projetos de Inovação para Fomentos Públicos e Subvenção Econômica. E para o público da área da saúde, a Trilha de Digital Health promove uma aula sobre Regulação de Tecnologias, Apps e Softwares Médicos pela ANVISA, marcada para o dia 9.

No modelo presencial, a agenda de atividades contempla uma aula de Processamento de Imagens Digitais, que acontece no campus de Brasília dia 13 de outubro. E o Ocean Manaus realiza, nos dias 8 e 9, os cursos sobre Fundamentos de Agentes de IA com foco em Conceitos e Implementações em Python, e Modelos de Inteligência Artificial para Diagnóstico na Área da Saúde.

“Com uma programação diversificada, o Samsung Ocean permite que os participantes explorem diferentes áreas da tecnologia, desenvolvam habilidades práticas e acompanhem as transformações do mercado, conectando conhecimento e inovação às demandas da sociedade”, afirma Eduardo Conejo, diretor de Inovação na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung Brasil. “Oferecer acesso gratuito à capacitação tecnológica é uma forma de contribuir para a formação de talentos e ampliar as oportunidades de desenvolvimento profissional em todo o Brasil”, conclui.

Quem pode participar das atividades do Samsung Ocean?

Podem participar das atividades do Samsung Ocean maiores de 16 anos com interesse em tecnologia e áreas correlatas. O público-alvo do programa é composto por estudantes, profissionais, empreendedores e interessados em geral.

Como se inscrever nas atividades do Samsung Ocean?

Para se inscrever nas atividades do Samsung Ocean, basta acessar o site ou o aplicativo, disponível nas lojas oficiais, selecionar a aula/curso de seu interesse na agenda do mês vigente. Se ainda houver vagas disponíveis, clique no botão ‘Inscrever-se’ e siga as instruções de registro/login para reservar sua vaga.

As atividades do Samsung Ocean são totalmente gratuitas e concedem certificado de participação. Os interessados podem se inscrever pelo site www.oceanbrasil.com ou pelo aplicativo do Samsung Ocean, disponível para download na Play Store.

Agenda de atividades online

02/10 
– [Metaverso] Introdução ao Metaverso 
– [Desenvolvimento Ágil] DevOps com GitHub Actions

05/10
– [UX] Oficina de Usabilidade 
– [Programação] Aprendendo a Programar em Python 
– [IA] Modelos de Regressão do Zero em R (Parte 1)

06/10 
– [Backend] Backend com NodeJs e Express
– [Digital Health] Ecossistema da Saúde Digital e Tecnologias Emergentes
– [Empreendedorismo] Escrita de Projetos de Inovação para Fomentos Públicos e Subvenção Econômica (Parte 1)

07/10
– [UX] Oficina de Usabilidade 
– [Digital Health] Introdução à Digital Health
– [Backend] Programação Backend com gRPC: Construindo APIs Modernas e Escaláveis
– [IA] Modelos de Regressão do Zero em R (Parte 2)

08/10 
– [Metaverso] Introdução ao Game Design 
– [Empreendedorismo] Tendências em Inovação: Curso Prático de Pesquisa

– [Empreendedorismo] Escrita de Projetos de Inovação para Fomentos Públicos e Subvenção Econômica (Parte 2)

09/10
– [Digital Health] ANVISA e Saúde Digital: Regulação de Tecnologias, Apps e Softwares Médicos 
– [IA] Modelos de Regressão do Zero em R (Parte 3)

13/10
– [Programação] Aprendendo a Programar em Python para Saúde Digital 
– [IA] Introdução à Otimização e Computação Evolucionária (Parte 1)

14/10 
– [Empreendedorismo] Times Minimamente Viáveis
– [Inteligência Artificial] IA Generativa na Prática com Ollama
– [Desenvolvimento Ágil] Desenvolvimento Ágil – Framework Scrum
– [UX] Prototipação no-code de Soluções Digitais (Parte 1)

15/10
– [IA] Introdução à Otimização e Computação Evolucionária (Parte 2)
– [UX] Prototipação no-code de Soluções Digitais (Parte 2)

16/10 
– [IoT] Introdução à Internet das Coisas (IoT)
– [Android] Introdução ao Desenvolvimento Android

19/10
– [Wearables] Processando Dados de Sensores Inerciais: do Sinal Bruto à Informação Clínica

20/10
– [Desenvolvimento Ágil] MVP e Prototipagem de Soluções para Saúde Digital 
– [Android] Introdução (Parte 1)
– [IA] Desenvolvimento de ChatBot em Python para Atrações Turísticas (Parte 1)

21/10
– [Empreendedorismo] Pitch: Teoria e Prática 
– [IA] Desenvolvimento de ChatBot em Python para Atrações Turísticas (Parte 2)

22/10
– [Fabricação Digital] Manufatura Aditiva: Impressão 3D

26/10 
– [Wearables] Watch Face Studio: Construção de Watch Faces com Wear OS 5
– [Inteligência Artificial] Laboratório de IA Conversacional Aplicado ao Contexto Acadêmico
– [Empreendedorismo] Propriedade Intelectual
– [Desenvolvimento Ágil] DevOps GIT
– [UX] Introdução a One UI

27/10
– [Programação] Fundamentos de Bancos de Dados SQL para Saúde Digital 
– [Android] Introdução (Parte 2)

29/10 
– [Digital Health] Aplicações de IoT na Saúde
– [Fabricação Digital] Fundamentos de Impressão 3D e Processos de Fabricação Aditiva
– [Fabricação Digital] Modelagem 3D e Aplicações com Inteligência Artificial na Fabricação Digital
– [Fabricação Digital] Manufatura Aditiva: Impressão 3D

30/10 
– [Digital Health] Introdução à IA para Digital Health

Atividades presenciais em Brasília (DF)

13/10 
– [Digital Health] Processamento de Imagens Digitais

16/10 
– [Internet das Coisas] ADC: Interface com o Mundo Analógico
– [Internet das Coisas] Interrupções e Modos de Baixo Consumo

19/10 
– [Android] Android Studio: Primeiro App Nativo

21/10 
– [Metaverso] Introdução ao Desenvolvimento de Jogos em Realidade Virtual para Reabilitação

27/10 
– [Digital Health] Introdução às Imagens Médicas

Atividades presenciais em Manaus (AM)

01/10 
– [IA] Introdução à Ciência de Dados: Fundamentos de Análise de Dados com Orange

05/10 
– [IA] Ciência de Dados: Laboratório com Pandas e Python

06/10 
– [Empreendedorismo] Formação de Cientista Empreendedor

08/10
– [IA] Fundamentos de Agentes de IA: Conceitos e Implementações em Python (Parte 1)
– [Digital Health] Entendendo e Implementando Modelos de Inteligência Artificial para Diagnóstico na Área da Saúde (Parte 1)

09/10
– [IA] Fundamentos de Agentes de IA: Conceitos e Implementações em Python (Parte 2)
– [Digital Health] Entendendo e Implementando Modelos de Inteligência Artificial para Diagnóstico na Área da Saúde (Parte 2)

14/10
– [Empreendedorismo Tecnológico Inovador] Times Minimamente Viáveis
– [IA] Eletrônica e Prototipação de PCIs com Aplicações de IA (Parte 1)

16/10
– [Backend] Laboratório de Backend e Banco de Dados com MongoDB

19/10
– [Backend] Integrando os Serviços de Backend na Nuvem 
– [IA] Inteligência Artificial: Entenda o que é e Como Está Presente no Seu Dia a Dia
– [IoT] Laboratório de Prototipação (Parte 1)
– [Fabricação Digital] Modelagem 3D e Uso de CNC: Aplicações com IA (Parte 1)
– [Programação] Programação para Iniciantes: Aprendendo a Programar do Zero com Scratch (Parte 1)
– [Fabricação Digital] Manufatura Aditiva (Impressão e Escaneamento 3D) com Suporte de IA (Parte 1)

20/10
– [IoT] Laboratório de Prototipação (Parte 2)
– [Fabricação Digital] Modelagem 3D e Uso de CNC: Aplicações com IA (Parte 2)
– [Programação] Programação para Iniciantes: Aprendendo a Programar do Zero com Scratch (Parte 2)
– [Fabricação Digital] Manufatura Aditiva (Impressão e Escaneamento 3D) com Suporte de IA (Parte 2)

21/10
– [Android] Introdução ao Desenvolvimento Nativo 
– [IoT] Laboratório de Prototipação (Parte 3)
– [IA] Eletrônica e Prototipação de PCIs com Aplicações de IA (Parte 2)
– [Fabricação Digital] Modelagem 3D e Uso de CNC: Aplicações com IA (Parte 3)
– [Programação] Programação para Iniciantes: Aprendendo a Programar do Zero com Scratch (Parte 3)

22/10
– [IA] Laboratório de Engenharia de Prompt 
– [Empreendedorismo] Estratégias de Monetização e Sustentabilidade em Modelos de Negócios Inovadores
– [IA] Eletrônica e Prototipação de PCIs com Aplicações de IA (Parte 3)
– [Fabricação Digital] Manufatura Aditiva (Impressão e Escaneamento 3D) com Suporte de IA (Parte 3)

26/10
– [Backend] Validação de Dados em Backend
– [IoT] Laboratório Internet das Coisas (IoT) – Cloud

27/10
– [Wearables] Watch Face Studio: Construção de Watch Faces com Wear OS 5

29/10
– [Desenvolvimento Ágil] Introdução às Metodologias Ágeis
– [Programação] Consultando Bases SQL com Python (Parte 1)

30/10
– [Android] Aplicações Interativas com Jetpack Compose
– [Programação] Consultando Bases SQL com Python (Parte 2)

Estudantes de Campinas (SP) são semifinalistas do Solve for Tomorrow com projeto de sistema de segurança

Alunos da Escola Técnica Estadual Bento Quirino, do Centro Paula Souza, em Campinas (SP), conquistaram uma vaga entre os 30 semifinalistas da 13ª edição do Solve for Tomorrow Brasil com o projeto OWL – Sistema de Localização em Tempo Real para Gestão e Segurança de Ativos Indoor. A solução é capaz de rastrear equipamentos e objetos em ambientes internos e indicar sua localização em tempo real dentro de prédios.

Desenvolvido por estudantes do curso técnico de Desenvolvimento de Sistemas da ETEC (Escola Técnica Estadual), o projeto busca solucionar uma limitação presente em tecnologias convencionais de localização. Enquanto sistemas de GPS funcionam com eficiência em áreas abertas, a comunicação com satélites é comprometida em ambientes fechados, dificultando o rastreamento de equipamentos dentro de prédios.

Como funciona o OWL

Para superar esse desafio, a equipe desenvolveu um sistema baseado em Ultra Wide Band (UWB), tecnologia de comunicação sem fio utilizada em aplicações que exigem localização precisa. A ferramenta utiliza dispositivos instalados nos equipamentos e pontos de referência distribuídos pelo ambiente para calcular a localização dos objetos monitorados e exibi-la em uma plataforma digital.

Os dados coletados são enviados para uma interface na web desenvolvida pelos próprios estudantes, que exibe em tempo real a localização dos ativos sobre a planta do ambiente monitorado. A tecnologia poderá ser aplicada em diferentes contextos, como escolas, centros logísticos, concessionárias, indústrias e edifícios corporativos, auxiliando na gestão e na segurança patrimonial.

A evolução do projeto

O projeto OWL surgiu em 2024, após o desaparecimento de um notebook da ETEC Bento Quirino. O episódio motivou uma discussão entre alunos e professores sobre um desafio ainda comum em sistemas de localização: como rastrear equipamentos dentro de prédios, onde o GPS não oferece precisão?

A primeira abordagem adotada pela equipe utilizava tecnologia Bluetooth para estimar a posição dos equipamentos por meio da intensidade dos sinais de radiofrequência. Durante os testes, paredes, móveis e estruturas metálicas interferiam nos resultados, dificultando a obtenção de dados consistentes.

“Uma hora o objeto aparecia cerca de um metro para a esquerda; pouco depois, surgia cinco metros à frente, sem ter saído do lugar”, relembra o professor orientador do projeto, Marcelus Guirardello. “Os dados não eram consistentes o suficiente para a aplicação que estávamos desenvolvendo”.

A partir desses resultados, a equipe passou a pesquisar outras abordagens utilizadas em sistemas de localização indoor. Foi nesse processo que os estudantes chegaram à tecnologia UWB, utilizada em sistemas de localização em tempo real que calculam distâncias a partir do tempo de propagação dos sinais. 

A equipe aproveitou o período de férias para estudar a nova tecnologia, adquirir os componentes necessários e construir o protótipo a partir de conhecimentos em áreas como radiofrequência, triangulação e sincronização temporal.

Próximos passos

Atualmente, a equipe fará a validação da tecnologia nos espaços da própria ETEC Bento Quirino. Para realizar os testes, os estudantes devem instalar pontos fixos de referência em diferentes áreas da escola, que permitem calcular a posição dos equipamentos monitorados dentro do ambiente.

Teste de monitoramento aplicado à quadra da escola

Embora tenha surgido a partir de uma necessidade identificada na própria escola, o OWL está sendo desenvolvido com potencial de aplicação muito além do ambiente educacional. A equipe acredita que a tecnologia pode contribuir para a localização de equipamentos, ferramentas, mercadorias e outros ativos em ambientes onde o GPS, tecnologia dependente de satélites, não consegue oferecer o mesmo nível de controle.

O que é o Solve for Tomorrow Brasil? 

O Solve for Tomorrow Brasil é o programa global de Cidadania Corporativa da Samsung que incentiva estudantes do Ensino Médio de escolas públicas a desenvolver soluções inovadoras para desafios reais, com base na abordagem STEM. Entre os destaques da iniciativa estão: 

  • Educação com impacto real: estudantes desenvolvem soluções para desafios identificados em suas comunidades 
  • Abordagem STEM: integração de ciência, tecnologia, engenharia e matemática na prática 
  • Aprendizagem Baseada em Projetos (PBL): foco em protagonismo, criatividade e trabalho em equipe 
  • Mentorias e capacitação: apoio de especialistas ao longo de toda a jornada 

O Solve for Tomorrow Brasil chega a 13ª edição com crescimento1 de 7,7% no número de projetos inscritos em comparação a 2025. Além do aumento no volume de propostas, a edição de 2026 apresentou avanços significativos no que diz respeito à diversidade dos participantes, com aumento de 11% na participação feminina (considerando estudantes mulheres), além da ampliação de 3% no número de escolas quilombolas e instituições localizadas em áreas rurais. 

Qual é o impacto do Solve for Tomorrow Brasil? 

O Solve for Tomorrow já alcançou mais de 442 mil alunos e professores de escolas públicas em 21 países da América Latina, promovendo experiências de aprendizagem prática, colaboração e desenvolvimento de competências essenciais para o futuro. A edição brasileira conta com a coordenação geral do Cenpec e o apoio de parceiros institucionais comprometidos com o fortalecimento da educação pública e da inovação. 

Calendário Solve for Tomorrow Brasil 2026

  • 16 de outubro: anúncio dos 10 finalistas do Solve for Tomorrow Brasil 2026
  • 19 de outubro a 27 de novembro: Mentoria para as equipes finalistas
  • 23 de novembro: abertura da votação pelo Júri Popular
  • 8 de dezembro: anúncio dos vencedores por categoria

Essas e outras informações sobre o Solve for Tomorrow Brasil estão disponíveis no site oficial do programa e na Samsung Newsroom Brasil. 

1 Dados internos Samsung considerando os projetos válidos. Comparativo entre os anos de 2025 e 2026.

Projeto para reuso da água escolar classifica estudantes de São José dos Pinhais (PR) como semifinalistas do Solve for Tomorrow

Alunos da Escola Estadual Herbert de Souza, em São José dos Pinhais (PR), conquistaram uma vaga entre os 30 semifinalistas da 13ª edição do Solve for Tomorrow Brasil com o projeto “Da Casca ao Rio: biocerâmica filtrante para reuso da água escolar”, que propõe o tratamento e o reaproveitamento de águas cinzas geradas na instituição por meio de um filtro sustentável produzido com cascas de ovos.

A iniciativa surgiu a partir das preocupações dos estudantes com a qualidade ambiental do Rio Avariu, localizado próximo à escola. Ao longo dos últimos anos, os alunos realizaram pesquisas sobre as condições do local e participaram de ações voltadas à recuperação da área, incluindo o levantamento de espécies adequadas para o plantio nas margens do rio e o cultivo de mudas em parceria com a comunidade escolar e órgãos municipais.

A partir dessa experiência, o grupo passou a investigar formas de reduzir o desperdício de água dentro da própria escola. A solução encontrada foi o desenvolvimento de um sistema que combina uma biocerâmica produzida a partir de cascas de ovos com uma minicisterna para armazenamento da água tratada.

O objetivo do projeto “Da Casca ao Rio: biocerâmica filtrante para reuso da água escolar” é tratar as chamadas águas cinzas, que são as águas residuais geradas em atividades cotidianas, como a lavagem das mãos nas pias da escola. Em vez de serem descartadas diretamente na rede de esgoto, essas águas passariam pelo sistema de filtragem desenvolvido pelos estudantes e poderiam ser reutilizadas em aplicações que não exigem água potável, como a irrigação do jardim da escola.

Segundo Pauline Henrique Fernandes, professora de Química da escola e orientadora do projeto, a proposta ainda está em fase de testes para validar a eficiência do filtro e avaliar seu potencial de replicação em outras instituições. “É o primeiro filtro que estamos desenvolvendo na escola. Estamos analisando os resultados e buscando uma solução que possa contribuir para o melhor aproveitamento da água e para a redução dos impactos ambientais”, explica.

A solução vem sendo desenvolvida no Clube de Ciências da escola, que reúne cerca de 30 estudantes do Ensino Médio e foi criada para incentivar a pesquisa, a convivência e o protagonismo estudantil. Para Pauline, a iniciativa tem papel importante tanto na formação científica quanto no desenvolvimento pessoal dos participantes. “O Clube de Ciências é um espaço de acolhimento. Fazer ciência é inclusão”, afirma a professora.

A professora relata que já acompanhou transformações significativas entre os integrantes do grupo. Segundo ela, estudantes que antes apresentavam dificuldades de engajamento com a rotina escolar passaram a demonstrar maior interesse pelas atividades e pela construção de soluções para problemas reais.

“É muito gratificante acompanhar esse crescimento e ter oportunidades como essa para desenvolver projetos. Conseguimos fortalecer o vínculo dos alunos com a escola e despertar o interesse pela pesquisa e pela busca de soluções para desafios da comunidade”, destaca. 

O que é o Solve for Tomorrow Brasil?

O Solve for Tomorrow Brasil é o programa global de Cidadania Corporativa da Samsung que incentiva estudantes do Ensino Médio de escolas públicas a desenvolver soluções inovadoras para desafios reais, com base na abordagem STEM. Entre os destaques da iniciativa estão:

  • Educação com impacto real: estudantes desenvolvem soluções para desafios identificados em suas comunidades
  • Abordagem STEM: integração de ciência, tecnologia, engenharia e matemática na prática
  • Aprendizagem Baseada em Projetos (PBL): foco em protagonismo, criatividade e trabalho em equipe
  • Mentorias e capacitação: apoio de especialistas ao longo de toda a jornada

O Solve for Tomorrow Brasil chega a 13ª edição com crescimento1 de 7,7% no número de projetos inscritos em comparação ao 2025. Além do aumento no volume de propostas, a edição de 2026 apresentou avanços significativos no que diz respeito à diversidade dos participantes, com aumento de 11% na participação feminina (considerando estudantes mulheres), além da ampliação de 3% no número de escolas quilombolas e instituições localizadas em áreas rurais.

Qual é o impacto do Solve for Tomorrow Brasil?

O Solve for Tomorrow já alcançou mais de 442 mil alunos e professores de escolas públicas em 21 países da América Latina, promovendo experiências de aprendizagem prática, colaboração e desenvolvimento de competências essenciais para o futuro. A edição brasileira conta com a coordenação geral do Cenpec e o apoio de parceiros institucionais comprometidos com o fortalecimento da educação pública e da inovação.

Calendário Solve for Tomorrow Brasil 2026

  • 16 de outubro: anúncio dos 10 finalistas do Solve for Tomorrow Brasil 2026
  • 19 de outubro a 27 de novembro: Mentoria para as equipes finalistas
  • 23 de novembro: abertura da votação pelo Júri Popular
  • 8 de dezembro: anúncio dos vencedores por categoria

Essas e outras informações sobre o Solve for Tomorrow Brasil estão disponíveis no site oficial do programa e na Samsung Newsroom Brasil. 

1 Dados internos Samsung considerando os projetos válidos. Comparativo entre os anos de 2025 e 2026.