Celular OnePlus Ace/10R também tem problema de superaquecimento

Há alguns meses o meu Galaxy S21 Ultra estava aquecendo bastante em períodos mais longos com games como o F1 Mobile e Fortnite, mas estava muito distante do que está acontecendo com o OnePlus Ace, que atualmente acumula um grande número de usuários insatisfeitos e reclamando de problemas de superaquecimento, sendo que as reclamações começaram a ser publicadas nos fóruns da OnePlus no começo desta semana e cresceram de forma significativa.

Em todos os casos, o smartphone pode alcançar a temperatura de 43,7 graus Celsius, enquanto que a CPU chegou a marcar 60,4 graus após uma hora de jogatina.

O problema é tão sério que acabou viralizando na rede social Weibo e os usuários compartilharam uma hashtag que, traduzida do mandarim, diz: “Celulares OnePlus são tão quentes que queimam as mãos”.

Segundo o site Tudo Celular, a má gestão térmica da OnePlus acabou sendo motivo de um longo texto no site chinês Sina Finance, sendo que neste caso a fabricante acabou respondendo as reclamações dos usuários.

De acordo com a OnePlus, o Ace está operando dentro da temperatura normal e o usuário “extrapolou” ao ficar jogando por uma hora o game “Geshin Impact”. A marca ainda disse que problemas de aquecimento são comuns em longos períodos de jogatina, sendo que isso não afetará o desempenho diário do aparelho após seu resfriamento.

Eu sinceramente não ficaria com um aparelho que funciona dentro destas condições e acredito que deve ser até difícil de vender, caso o consumidor mude de ideia após algum tempo de uso, por isso é bom ficar de olho e fugir deste modelo, pelo menos até que uma solução de software apareça para solucionar esta questão, o que eu acho muito difícil de acontecer.

Samsung libera funções da câmera do Galaxy S22 para outros modelos

Nesta semana a Samsung começou a liberar diversas funções da câmera da linha Galaxy S22 para modelos mais antigos da linha Galaxy, sendo que os primeiros celulares a receber estas novidades serão o Galaxy S21, S21+ e S21 Ultra.

Essa ótima novidade foi confirmada nesta quarta-feira em uma publicação no fórum da Comunidade Samsung da Coreia do Sul e esta atualização deverá chegar por meio da One UI 4.1, que será lançada primeiro no país asiático. Os celulares da linha Galaxy S21 também deverão contar com o novo modo retrato noturno; novos recursos de enquadramento automático; suporte para extensão de app de videochamada e efeitos de enquadramento automático e melhorias na qualidade da câmera em apps de terceiros e redes sociais.

Segundo o fórum da Samsung, as atualizações acima mencionadas serão liberadas para o Galaxy Z Fold 3 na Coreia nos próximos dias, sendo que o Galaxy S20, Galaxy Note 20 e Galaxy Z Fold 2 receberão o modo de retrato noturno, e o Galaxy S21 FE, Galaxy Z Fold 2 e Galaxy Z Flip 5G/LTE serão contemplados com o enquadramento automático.

Estou esperando a novidade chegar no meu Galaxy S21 Ultra para fazer novos testes com as câmeras deste aparelho e publicar as minhas impressões aqui no site e no meu canal no YouTube. Espero que não demore muito tempo para chegar por aqui!!

Via Tecmundo.

Google combate assédio e violência de gênero em respostas de seu assistente virtual

Eu sinceramente não tenho ideia do tipo de gente capaz de ofender uma assistente virtual, mas com certeza foi uma excelente iniciativa do Google incluir as respostas contra o assédio, e violência de gênero nas respostas de sua assistente. Veja os detalhes no release divulgado para a imprensa hoje!

O Google adotou um novo posicionamento para desestimular agressões verbais ao seu assistente de voz virtual, que podem reforçar preconceitos de gênero na sociedade. A iniciativa, que teve início nos Estados Unidos e já começou a ser implantada no Brasil, traz novas respostas que são ativadas sempre que há um insulto ou uso de termos que remetam a assédio ou violência de gênero durante as interações com a personalidade do Assistente.

A atualização faz parte de uma iniciativa com o objetivo de lidar com as inúmeras mensagens abusivas recebidas pelo Assistente no mundo. No Brasil, são centenas de milhares todo mês – grande parte delas com conteúdo de violência de gênero.

Em suas novas respostas, o Google Assistente tem abordagens diferentes, dependendo do nível de abuso cometido. Em caso de ofensa explícita – como uso de palavrões, ou expressões de conteúdo misógino, homofóbico, racista ou de sexo explícito -, a voz do Google poderá responder de forma instrutiva, usando frases como: “O respeito é fundamental em todas as relações, inclusive na nossa”; ou mesmo repelir esse tipo de comportamento, respondendo: “Não fale assim comigo”.

As mensagens que não são explicitamente ofensivas, mas que representam condutas que seriam consideradas inapropriadas no mundo real, também passam a ser respondidas de forma diferente. Um exemplo é quando alguém pergunta ao Assistente se quer “namorar” ou “casar” com ele. Neste caso, a voz do Google poderá dar um “fora” de um jeito bem-humorado, ou alertar sobre o incômodo trazido pelo comentário.

“Entendemos que o Google Assistente pode assumir um papel educativo e de responsabilidade social, mostrando às pessoas que condutas abusivas não podem ser toleradas em nenhum ambiente, incluindo o virtual”, afirma Maia Mau, Head de Marketing do Google Assistente para a América Latina.

“Um exemplo são os pedidos para ‘mandar nudes’. Embora isso possa até ser visto por alguns como uma ‘brincadeira’, por se tratar de uma conversa com a voz do aplicativo, não podemos ignorar que essa abordagem também reforça a ideia de que algumas pessoas, especialmente as mulheres, podem ter a sua intimidade invadida. No mundo real, isso é considerado uma forma de assédio. Por isso, o Google Assistente está se posicionando de maneira incisiva contra esse tipo de comportamento”, acrescenta a executiva.

Mulheres são o principal alvo

No Brasil, cerca de 2% das interações de personalidade do Google Assistente – ou seja, perguntas ou comandos de caráter pessoal (ex.: ‘Ok Google, como você está?’) – são de mensagens que utilizam termos abusivos ou inapropriados. Um a cada seis insultos são direcionados às mulheres, seja por expressões de misoginia ou de assédio sexual.

Analisando as ofensas registradas por cada uma das opções de voz do Assistente no Brasil – a vermelha, que soa como ‘feminina’, e a laranja, que possui um tom ‘masculino’ -, também observa-se diferenças na frequência com que determinado conteúdo é utilizado. Na voz vermelha, por exemplo, comentários ou perguntas sobre a aparência física (ex.: Você é bonita?) são quase duas vezes mais comuns do que na voz laranja. A voz com tom ‘masculino’, por sua vez, recebe um grande número de comentários homofóbicos – quase uma a cada dez ofensas registradas.

“Não podemos deixar de fazer uma associação entre o que observamos na comunicação com o Assistente e o que acontece no ‘mundo real’. Todos os dias, grupos historicamente discriminados recebem ataques de diversas maneiras no Brasil. E esse tipo de abuso registrado durante o uso do app é sim um reflexo do que muitos ainda consideram normal no tratamento a algumas pessoas”, ressalta Maia.

Respostas instigam buscas por informações

A construção do novo posicionamento do Google Assistente começou em 2019, inspirado pelo relatório I’d Blush if I Could, produzido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). O documento trouxe um alerta sobre como o uso de vozes femininas e o comportamento submisso dos assistentes virtuais ajudariam a perpetuar preconceitos de gênero.

A primeira fase do projeto começou a ser implantada no ano passado, nos Estados Unidos, e priorizou a criação de respostas para os abusos registrados com mais frequência – no caso, ofensas e uso de termos inapropriados direcionados às mulheres. Em seguida, foram lançadas também respostas para abusos de cunho racial e de homofobia.

“Conduzimos pesquisas, estudos de experiência de uso com diversos grupos de participantes, e consultas internas com os Campeões de Inclusão – funcionários do Google que pertencem a comunidades historicamente alvos desse tipo de abuso ou comportamento inapropriado. O retorno que tivemos com essas pesquisas foi inestimável, e nos ajudou a refinar a estratégia”, explica Arpita Kumar, estrategista de conteúdo do time de Personalidade do Google Assistente.

Arpita conta que, ao longo dos testes, foi observado um crescimento de 6% de tréplicas positivas; ou seja, pessoas que, após receberem respostas mais incisivas contra ofensas, passaram a pedir desculpas ou perguntar “por quê”?

“As tréplicas positivas foram também um grande sinal de que as pessoas queriam entender melhor por que o Assistente estava afastando determinados tipos de conversa. As sequências dessas conversas tornaram-se portas de entrada para se aprofundar em temas como consentimento”, ressalta Arpita.

Estudo sobre expressões consideradas ofensivas no Brasil

No Brasil, a atualização das respostas passou por um processo de revisão e adaptação liderado pelo time local de Personalidade do Assistente. O objetivo foi avaliar o sentido que determinadas palavras ou expressões podem transmitir – por exemplo, a frase ‘você é uma cachorra’, que muitas vezes é usada como ofensa no contexto brasileiro.

O trabalho contou com a contribuição de grupos representativos formados por colaboradores do Google no Brasil – como o de Mulheres e o de Diversidade -, que ajudaram a identificar termos que são considerados ofensivos dentro de diferentes comunidades, ou remetem a preconceitos culturais. Esses grupos também contribuíram para a construção de respostas que pudessem ser mais apropriadas para cada situação.

Outro desafio foi separar os termos corretos daqueles usados pejorativamente para se referir a determinados grupos. Por exemplo, se a pessoa usar a palavra “bicha” ao invés de “gay” ou “homossexual”, o Google Assistente irá alertar que aquilo pode ser ofensivo.

Maia reforça que a nova atualização é mais um passo do Google Assistente para oferecer um serviço cada vez mais diverso e inclusivo para os brasileiros. “É um esforço contínuo. Sabemos que ainda não temos respostas para tudo, e que precisamos estar em constante atualização para nos adaptar às mudanças da sociedade”, completa a executiva.

As novas respostas estão disponíveis em todas as versões do Google Assistente no Brasil.

Pesquisa indica que usuários de iOS são mais exigentes com aplicativos do que os de Android

Hoje eu encontrei uma pesquisa realizada pela empresa unitQ que foi divulgada na última quinta-feira, onde foi efetuado um levantamento sobre a avaliação de 4.400 principais aplicativos disponíveis para download nas lojas da Apple e Android, onde na avaliação geral os apps desenvolvidos para o iPhone obtiveram uma pontuação bem mais baixa do que seus equivalentes do Android.

Este resultado não significa que os apps desenvolvidos para o iOS são inferiores, pois segundo os analistas da unitQ, os usuários do iOS são mais exigentes e costumam esperar mais dos aplicativos que usam, enquanto a maioria dos proprietários do Android tendem a ser menos criteriosos com detalhes.

Segundo o levantamento, os aplicativos para Android somaram uma pontuação de 78, entre 0 a 100, enquanto os apps para o iOS obtiveram uma pontuação média combinada de 61, ou seja, 17 pontos a menos que o SO do Google. Outro ponto interessante destacado na pesquisa foi o fato de que os preços dos aparelhos provavelmente desempenham um papel importante no fenômeno, já que quem paga mais pelo aparelho sempre espera mais desempenho e mais funcionalidades.

Para finalizar a avaliação, os analistas comentaram que em uma situação de troca entre os sistemas do Google e da Apple os usuários devem fazer a comparação da qualidade e desempenho geral dos aplicativos de terceiros desenvolvidos para cada sistema, tendo em vista o fato de que o software é tão importante quanto o hardware em uma alteração de sistema operacional.

Via Tudo Celular.

Galaxy A53 5G: Impressões iniciais do novo celular da Samsung

No vídeo de hoje vou falar sobre as minhas impressões iniciais do Galaxy A53 5G, o novo celular da Samsung que apresenta especificações técnicas e recursos interessantes para sua faixa de preço, que podem fazer com que ele seja uma boa escolha para uma grande parcela dos consumidores. Como eu sempre costumo dizer aqui no canal, a maioria das pessoas não precisa de um top de linha caro para fazer as tarefas do dia a dia, deste modo vale a pena começar a olhar com um pouco mais de atenção a faixa dos celulares intermediários, que estão cada vez melhores e cheios de recursos úteis e o Galaxy A53 5G é um bom exemplo deste ponto de vista.

Segue o link: https://youtu.be/6512x2pbwJk.

Galaxy S22+ depois de 3 meses de uso: Foi uma boa compra?

No vídeo de hoje vou falar sobre o Galaxy S22+ depois de 3 meses de uso e pelo menos uma atualização. Apesar de ser em alguns pontos inferior ao Galaxy S22 Ultra, o Galaxy S22+ é um celular bem equilibrado e com desempenho excelente, que aliado ao tamanho certo no bolso ou nas mãos, mostrou ser uma escolha melhor do que eu poderia imaginar para uma grande parte dos consumidores. Vale a pena conferir e não esqueça de deixar um like e fazer a inscrição no canal!

Backup: Será que realmente precisamos guardar tudo?

No vídeo de hoje vou falar sobre Backup, que com o passar do tempo vai ficando cada vez maior, seja na nuvem, computador ou HD’s e SSD’s externos, ocupando mais espaço e tempo para sua manutenção. Mas será que realmente precisamos guardar tudo? Acredito que chegou a hora de rever os arquivos de backup para salvar somente o que é essencial e importante. Vale a pena conferir e não esqueça de deixar um like e fazer a inscrição no canal.

https://youtu.be/U6bvmaKicYg

Moto G200: Review do celular da Motorola

No vídeo de hoje vou mostrar um breve review do Moto G200, um celular da Motorola que pode ser uma opção interessante para quem quer gastar um pouco menos, mas ainda assim conseguir comprar um aparelho com um excelente processador, sendo um conjunto bem competente e preparado para o trabalho pesado. Vale a pena conferir este vídeo do Moto G200 e não esqueça de deixar um like e fazer a inscrição no canal!