Einstein realiza missão humanitária com povos originários do extremo norte do Brasil

Uma equipe do Einstein realizou atendimentos assistenciais às comunidades indígenas da região conhecida como “Cabeça do Cachorro”, divisa do Amazonas com a Colômbia, no final do mês de março. Intitulada “Missão Humanitária Koripako”, a iniciativa busca ampliar o acesso da população indígena local a atendimentos médicos.

Na região, localizada no extremo norte do Brasil, um time de 16 profissionais ofereceu atendimentos nas áreas de pediatria, clínica médica, ortopedia e ginecologia e obstetrícia. Ainda, disponibilizaram exames de Papanicolau – esses, com resultados rápidos, ao passo que o grupo da missão contou com um biomédico in loco.

“Em reuniões com o Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI), fomos informados de que a realização de Papanicolau, hoje, para essas mulheres, fica comprometida devido ao fluxo de entrega dos resultados, já que as amostras precisam viajar quilômetros para serem analisadas. Por isso, fizemos tudo in loco, com resultados disponibilizados no mesmo dia e encaminhamento das pacientes para acompanhamento, se identificada a necessidade”, explica Fabio Racy, especialista em Medicina de Desastre e coordenador do Grupo Médico-Assistencial (GMA) de Preparação e Resposta a Emergências e Desastres do Einstein.

Segundo Racy, o objetivo é que essa seja a primeira de muitas missões organizadas pelo GMA. Por meio da realização de missões programadas, pretende-se treinar e capacitar os componentes da equipe para se organizar com precisão e rapidez perante um cenário de emergência e desastre.

“Nosso intuito vai além de pensar, por exemplo, em cenários mais distantes, de grandes catástrofes. Nós queremos ter profissionais treinados para emergências muito mais próximas da nossa realidade, como a emergência da dengue, o deslizamento de terra em São Sebastião no ano passado e o que tivemos, em um passado próximo, com a crise sanitária da covid-19”, destaca.

Atendimentos contínuos

Após este período de uma semana in loco no Amazonas, a equipe do Einstein continuará prestando atendimentos à comunidade indígena por meio do projeto TeleAMEs – realizado no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS) –, com o Ministério da Saúde, que oferece assistência por meio da telemedicina em 12 especialidades: cardiologia, neurologia e neuropediatria, reumatologia, infectologia, psiquiatria, pneumologia, pediatria, gastroenterologia e endocrinologia adulto e pediátrica.

Além dos pacientes já encaminhados a partir da missão Koripako, casos atendidos pela Atenção Primária à Saúde na região que requeiram assistência especializada também serão direcionados para as teleinterconsultas.

“Por sua vasta extensão territorial, o Brasil enfrenta um problema crônico de acesso à saúde, sobretudo em regiões mais remotas, de vazio assistencial. Projetos como o TeleAMEs e missões como a Koripako são alguns exemplos de iniciativas que permitem ao Einstein materializar o seu compromisso de promover esse acesso ao cuidado de qualidade”, afirma Guilherme Schettino, diretor de Responsabilidade Social e Sustentabilidade do Einstein.

[VÍDEO] Como usar o Circule para Pesquisar no Samsung Galaxy S24

O novo Circule para Pesquisar no Google oferece uma nova e intuitiva forma de realizar buscas ao circular a tela do smartphone.

A maneira que estamos acostumados a realizar buscar requer muitos passos: desbloquear o smartphone, abrir o navegador de internet, entrar no site de busca, digitar as palavras e só então receber os resultados do que você está procurando.

O Galaxy AI encurta este processo: basta segurar o botão inicial do smartphone e circular o que aparece na tela. Por exemplo, você vê um objeto – uma planta ou uma bandeira – em uma foto de uma rede social. Você segura o botão Home, circula o item e recebe resultados sobre ele em instantes.

Com o Circule para Pesquisar no Google, basta segurar o botão inicial no smartphone e, com a câmera apontada para o objeto, circular, destacar, rabiscar ou tocar na parte da tela para ver resultados referentes a busca. Inclusive, dependendo da sua localização atual, o Galaxy AI mostra resumos gerados por Inteligência Artificial que fornecem informações relevantes para certas pesquisas.

Galaxy AI em mais smartphones

O Galaxy AI foi apresentado durante o lançamento da linha Galaxy S24, em janeiro de 2024, inclui a inteligência artificial em tarefas cotidianas, como o resumo de texto, a transcrição de áudios e a edição de fotos, além das traduções mencionadas no texto.

Em março de 2024, o Galaxy AI chegou a mais smartphones Samsung Galaxy – Galaxy S23, Galaxy S23+, Galaxy S23 Ultra, Galaxy S23 FE, Galaxy Z Fold5 e Galaxy Z Flip5 e os tablets Galaxy Tab S9, Galaxy Tab S9+ e Galaxy Tab S9 Ultra de maneira gradual – por meio da atualização da interface One UI para a versão 6.1.

Plataforma oferece cursos gratuitos para empreendedores digitais impulsionarem negócios

O Bling, sistema de gestão online para empresas, que faz parte do grupo LWSA, acaba de lançar o Bling Academy, uma plataforma de cursos online e gratuitos, voltada para pequenos e médios empreendedores que precisam de qualificação para melhorarem a gestão e impulsionarem seus negócios no e-commerce.

Os conteúdos do Bling Academy podem ser acessados no site, com computador ou celular, por qualquer pessoa, mesmo que ainda não utilize o Bling como sistema de ERP. 

Os treinamentos incluem gestão do negócio, finanças, marketing, precificação, busca por produtos e fornecedores, abertura de MEI/CNPJ, emissão de notas fiscais, como vender em marketplaces como Amazon, Shopee e Shein, e ensina empreendedores a utilizarem a plataforma Bling. 

“Com o Bling Academy, todo empreendedor passa a ter um canal de fácil acesso e gratuito para aprender sobre gestão do seu negócio no e-commerce e como contar com um sistema de ERP como o Bling para gerenciar todos os canais de vendas, seja loja online ou em marketplaces, de forma integrada”, explica Marcelo Navarini, diretor geral do Bling.

Os treinamentos são realizados por colaboradores Bling, além de especialistas e influenciadores que atuam em vendas online e são parceiros da plataforma, entre eles, Cris Terovydes, especialista em treinamentos para e-commerce. 

“Teremos trilhas voltadas para diferentes níveis, que podem auxiliar tanto quem está iniciando sua jornada quanto quem já vende online há pouco ou muito tempo, com treinamentos adequados para sua necessidade no momento”, destaca Cris. 

Sobre o Bling

Há mais de 15 anos operando no mercado, o Bling é mais que um ERP, é um sistema completo de gestão e vendas com serviços financeiros e vantagens exclusivas – tudo em um só lugar. Desenvolvido para lojas físicas e/ou digitais, impulsiona o crescimento de quem está vivendo o sonho do negócio próprio. Em 2021, a corporação ganhou o Prêmio ABComm, promovido pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, na categoria “Melhor tecnologia para Web”. Já em 2022, foi contemplada com o selo Great Place To Work. A startup figura, atualmente, entre as melhores plataformas de gestão e soluções para empreendedores. Mais informações no site.

ESPM promove aula aberta sobre Inteligência Artificial para Marketing Digital em São Paulo

A ESPM, escola referência em Marketing e Inovação voltada para negócios, promove amanhã (17) aula aberta com a temática Inteligência Artificial para Marketing Digital, que acontece às 17h40, na Sala Global  9º andar – Bloco C), campus da instituição (Rua Dr. Álvaro Alvim, 123 – Vila Mariana, SP). O curso terá convidados internacionais como Michael Stanczak – Vice Presidente da Illumin, empresa de mídia programática, e o Kenniess Wong – fundador da Ad Zymic, plataforma de criação automatizada por IA.

A aula aberta contará com o professor do curso de Administração Claudio Oliveira e o sócio da IDP Media Leandro Fujita, ambos farão um debate sobre o uso de IA para planejamento, criação, execução e controle de campanhas. 

O evento tem como proposta mostrar aos participantes de que forma podem se qualificar para planejar, implementar e otimizar campanhas de marketing usando IA. Segundo Cláudio Oliveira, a compreensão de técnicas e plataformas para executar campanhas personalizadas usando IA é de suma importância para aqueles que querem desenvolver trabalhos na área, “pois há uma crescente procura por profissionais qualificados e são bem remunerados.”

Serviço

Aula aberta sobre Inteligência Artificial para Marketing Digital

Dia: 17 de abril de 2024

Às 17h40

Local: Campus ESPM Vila Mariana

         Rua Dr. Álvaro Alvim, 123 – Vila Mariana, SP

         Sala Global (no 9º andar – Bloco C)

Vagas limitadas e abertas ao público.

Link para inscrição: https://coliveira798.questionpro.com/t/AakpzZ2Ooc

Sobre os realizadores e parceiros do curso

.    Curso de Administração da ESPM, líder na formação de Business Leaders, https://www.espm.br/cursos-de-graduacao/administracao/

.    IDP Media, maior hub brasileiro de Martech com IA,  https://idpmedia.com.br/

.    AdZymic, plataforma de criação automatizada por IA, https://www.adzymic.co/

.    Illumin, plataforma de mídia voltada para jornada do consumidor, https://illumin.com/

Jogadores podem testar Assassin’s Creed Mirage de graça até 30 de abril

A Ubisoft anuncia que o jogo Assassin’s Creed Mirage acaba de entrar em um período de teste gratuito que vai até 30 de abril. A oportunidade já pode ser usufruída nas plataformas Ubisoft+, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X | S e Xbox One, assim como em computadores com Windows, por meio da Ubisoft Store e da Epic Games Store.

Durante o free trial, jogadores poderão aproveitar até duas horas de gameplay sem qualquer custo. Após o período, caso decidam comprar o jogo, a progressão obtida durante o teste será mantida. Além disso, streamers poderão obter e oferecer aos seus espectadores uma recompensa exclusiva: a Espada Basim Valhalla, uma arma única que Basim usou em seus últimos anos na Inglaterra. A recompensa só poderá ser distribuída se a transmissão for feita durante o período de gratuidade do jogo.

Entre 17 e 25 de abril, outra novidade para os jogadores é que as edições Standard e Deluxe de Assassin’s Creed Mirage estarão à venda com 40% de desconto na versão para PC, exclusivamente via Ubisoft Connect.

Assassin’s Creed Mirage oferece uma história envolvente na qual os jogadores assumem o papel de Basim Ibn Is’haq, um ladrão de rua que se junta aos Ocultos em busca de respostas. A narrativa se passa durante a Idade de Ouro de Bagdá do século IX, e é uma experiência de ação e aventura baseada em muita ação, com foco no parkour, na furtividade e nos elementos que tradicionalmente estão no centro da experiência de gameplay da franquia.

Mais informações sobre o período de gratuidade de Assassin’s Creed Mirage podem ser vistas neste link.

Mais informações sobre a franquia de Assassin’s Creed podem ser acessadas aqui.

Outras notícias sobre Assassin’s Creed e os demais jogos da Ubisoft podem ser encontradas clicando aqui. Compras podem ser feitas clicando aqui.

*Qualquer progressão feita durante o teste gratuito será mantida quando os jogadores atualizarem para o jogo completo, em qualquer plataforma de sua escolha, graças ao sistema de salvamento em nuvem multiplataforma. Pode ser necessária uma conexão online para iniciar o jogo como jogador gratuito.

Samsung reforça ação de Pré-registro+ para os novos notebooks Galaxy Book4 Series

Com o início da semana, a Samsung lembra os consumidores da ação de Pré-registro+, nas lojas físicas e online da marca, para os novos notebooks Galaxy Book4 Series, que em breve serão apresentados oficialmente no Brasil, e que poderão ser adquiridos com descontos de até R$ 1.700.

Para participar da ação de Pré-registro+, os consumidores interessados nos notebooks da linha Galaxy Book4 podem adquirir o voucher no valor de R$ 299, garantindo assim descontos de R$ 1.700 para a aquisição dos modelos Galaxy Book4 Ultra, desconto de R$ 1.200 para o Galaxy Book4 Pro, ou desconto de R$ 500 para o modelo Galaxy Book4 360.

O Pré-registro+ para os novos Galaxy Book4 já está disponível nas lojas físicas Samsung e também na Loja Online da Samsung.

Galaxy Book4 Series

Apresentados globalmente em dezembro, a família Galaxy Book4 é a mais inteligente e potente da Samsung até agora. Os notebooks trazem um novo processador inteligente, uma tela vívida e interativa e um sistema de segurança robusto, além de impulsionarem produtividade, mobilidade e conectividade por meio de recursos de Inteligência Artificial.

Os novos Galaxy Book4 possuem versões de 14 até 16 polegadas, com acabamento refinado e minimalista, incorporando uma ampla variedade de materiais reciclados, como plásticos, vidro e alumínio.

Razer anuncia Firefly V2 Pro, o primeiro mousepad gamer do mundo com retroiluminação LED

A Razer, marca líder mundial em estilo de vida para gamers, acaba de anunciar o Razer Firefly V2 Pro, o primeiro mousepad gamer do mundo totalmente iluminado em LED. O produto estabelece um novo padrão de qualidade na indústria graças à sua retroiluminação de lado a lado, que é otimizada por um acabamento de superfície fosco e capaz de proporcionar iluminação vívida por toda a sua extensão.

Projetado para dar mais precisão e velocidade ao usuário, o Firefly V2 tem ainda um acabamento microtexturizado que reduz o atrito com os mouses e é ideal para modelos de sensores ópticos. O periférico conta com 15 zonas de iluminação individuais e personalizáveis alimentadas pela tecnologia Razer Chroma™ RGB, e oferece aos jogadores a máxima imersão com efeitos de iluminação dinâmicos e reativos às ações dentro do jogo.

O Razer Firefly V2 Pro foi desenvolvido para jogadores que buscam inovação e estilo em seus produtos. O design totalmente iluminado do periférico oferece efeitos visuais impressionantes, enquanto a sua superfície microtexturizada proporciona um ótimo desempenho sensorial para uma jogabilidade aprimorada. Para melhorar ainda mais a experiência de uso, os usuários podem utilizar o software Razer Synapse e dar maior personalização de iluminaçãoo ao item, criando uma atmosfera de jogo verdadeiramente coesa e envolvente.

O Firefly V2 Pro tem uma porta USB-A embutida, perfeita para um conector para mouse sem fio, e a conveniência de um cabo USB-C destacável, que dá aos jogadores a versatilidade de alimentar o mousepad ou carregar a bateria do mouse. Já a estabilidade dos movimentos é garantida por uma base antiderrapante, até mesmo em longas e intensas sessões de jogo.

Mais informações sobre o Razer Firefly V2 Pro podem ser acessadas aqui.

Preço sugerido e disponibilidade

  • R$ 900,00
  • Outubro de 2024

PROPROFISSÃO abre 150 vagas para 2024 do curso gratuito de capacitação em Programação e Desenvolvimento de Sistemas na Grande São Paulo

Para capacitar jovens entre 17 e 22 anos a ocuparem esses cargos e iniciarem a carreira profissional, o Instituto PROA desenvolveu o curso PROPROFISSÃO e as inscrições para a turma de 2024 vão até 18 de maio. O início das aulas será em 23 de julho de 2024.

Para o curso do 2º semestre de 2024, estão disponíveis 150 vagas para Programação e Desenvolvimento de Sistemas. As inscrições podem ser feitas no site da organização: www.proa.org.br.

Os interessados precisam estar cursando ou terem concluído o 3º ano do Ensino Médio na rede pública e residirem nas cidades da região da Grande São Paulo.

Os jovens selecionados receberão notebook emprestado, uniforme, mochila, vale-transporte e todo suporte necessário para acompanhar as aulas – que acontecerão de segunda a sexta-feira em dois turnos: manhã (9h às 13h) e tarde (14h às 18h). O curso tem duração de seis meses e é semipresencial. Às segundas, quartas e sextas-feiras os alunos podem acompanhar de forma remota, já às terças e quintas-feiras as aulas serão presenciais no Senac Lapa Tito (R. Tito, 54 – Vila Romana, São Paulo – SP).

Espaço no mercado do trabalho

O Brasil precisa formar profissionais de tecnologia e o mercado atual carece de profissionais. A tendência é que, segundo estudo realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (BRASSCOM), até 2025 o Brasil terá uma demanda de 797 mil profissionais de TI (Tecnologia da Informação), distribuídas entre tecnologias maduras, emergentes e de nicho.

Alini Dal’Magro, CEO do Instituto PROA, explica que cursos técnicos na área de tecnologia são um bom caminho para quem deseja iniciar a vida profissional e aliados às oportunidades de emprego da iniciativa privada, possibilitam acesso rápido à formação e ingresso de novos talentos no mercado de trabalho. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, em 2050, o Brasil será o 6º país com a maior população idosa do mundo, na frente de outros países desenvolvidos. Por isso, cuidar dos jovens agora, significa garantir o amanhã funcionando como uma engrenagem, fazendo girar a economia de forma sustentável. Para isso, eles precisam ser vistos e desenvolvidos hoje.

“Queremos impulsionar esses jovens para essas oportunidades, já são mais de 1.050 jovens programadores formados pelo PROA nos últimos anos. A área de programação está muito aquecida e estamos felizes em formar esses futuros profissionais. As turmas anteriores foram um sucesso, com centenas de jovens empregados com excelentes salários e conquistando o tão sonhado êxito profissional, isso nos deixa cheios de orgulho e confiantes que estamos no caminho certo”, afirma Alini.

Curso que muda a vida

A formação técnica de ponta, aliada à excelente capacitação profissional, são os diferenciais do PROPROFISSÃO, de acordo com ex-alunos. Um deles é o Gabriel Sena Sales, 20 anos, que se formou em 2023 no curso e hoje é Assistente Full Stack na Bravo.

Para ele, o curso além de abrir as portas do mercado de trabalho em tecnologia fez com que ele conseguisse ter uma ascensão social. “O curso PROPROFISSÃO do Instituto PROA já transformou a vida de milhares de pessoas, e eu sou mais uma delas. Um exemplo de alguém que não tinha perspectiva de futuro e que hoje pode impactar positivamente na renda da família. Além do prêmio de aluno destaque que ganhei, a trajetória foi a mais recompensadora. Valeu a pena cada hora de dedicação e empenho para alcançar os meus objetivos, e se tivesse a oportunidade de passar pelo curso outras 10 vezes, faria novamente. Para um jovem preto e periférico como eu, acredito que onde há resistência, há esperança. E o PROA com certeza foi a minha esperança”, afirma Gabriel Sena.

O PROPROFISSÃO também entrou em 2023 na vida de Lais Carvalho Santos Ribeiro, aos 18 anos, é Estagiária de Cluster Tecnologia J6 na F1rst (uma empresa do Grupo Santander) e faz faculdade de Análise e Desenvolvimento de Sistemas na Impacta Tecnologia.

“Sou uma jovem preta e moradora da Zona Leste de São Paulo. Conheci o PROA por meio de uma reportagem na televisão, em uma época que eu não tinha autoconfiança. Entrei no curso PROPROFISSÃO e percebi que tinha uma segunda casa em que podia ser amada e respeitada. O PROA acolheu a mim e a minha família. Minha vida foi definitivamente transformada. Atualmente conquistei meu primeiro emprego na área de tecnologia através de todo o aprendizado que tive no curso de programação. Me sinto realizada com essa conquista. Se pudesse dar um conselho, diria que a esperança bem cultivada é como um girassol que desabrocha com a ajuda o sol, o PROA é o meu sol, e pode ser o de vocês também!”, conclui Lais.

Serviço:

PROPROFISSÃO

150 vagas para o curso de Programação e Desenvolvimento de Sistemas

Período de inscrições: até 18 de maio

Início das aulas: 23 de julho de 2024

Curso 100% gratuito

Requisitos:

– Ter entre 17 e 22 anos;

– Estar cursando ou ter concluído o 3º ano do Ensino Médio em escola pública;

– Morar na Grande São Paulo.

Link para inscrição:www.proa.org.br/proprofissao/

Quem realmente se importa com as atualizações dos celulares?

No vídeo de hoje vou falar um pouco sobre as atualizações de sistema operacional e de segurança dos celulares, que normalmente é muito valorizado por quem gosta de tecnologia, mas que para o usuário comum não faz a menor diferença. Aproveitando vou deixar a pergunta para vocês responderem nos comentários, quem realmente se importa com as atualizações dos celulares? Vale a pena conferir e não esqueça de deixar um like e fazer a inscrição no canal!

Perto da universalização do acesso à internet, Brasil ainda tem maioria da população com baixa conectividade significativa, revela novo estudo

Embora o país caminhe para a universalização do acesso à Internet, com 84% de seus habitantes de 10 anos ou mais usuários da rede, somente 22% dos brasileiros a partir dessa idade têm condições satisfatórias de conectividade. Para a maioria (57%), a realidade é menos positiva. A constatação faz parte do estudo inédito “Conectividade Significativa: propostas para medição e o retrato da população no Brasil“, lançado nesta terça-feira (16), em Brasília (DF), pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), braço executivo do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). Conduzido pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br/NIC.br), o levantamento oferece uma avaliação detalhada das lacunas existentes no acesso, no uso e na apropriação da Internet no contexto nacional. O material também será apresentado durante reunião do G20 neste mês.

O estudo propôs um método para mensurar a qualidade e efetividade do acesso da população às tecnologias digitais, a partir da construção de uma escala derivada do processamento de indicadores da TIC Domicílios – a mais abrangente pesquisa amostral domiciliar especializada em tecnologias da informação e comunicação feita no país. Como referencial analítico, recorreu-se à ideia de “conectividade significativa”, um conceito em construção e apoiado no entendimento de que a conexão deveria permitir utilização satisfatória de vários serviços na Internet, possibilitando o aproveitamento das oportunidades no ambiente online.

Foram definidos nove indicadores, agrupados em diferentes dimensões (acessibilidade financeira, acesso a equipamentos, qualidade da conexão e ambiente de uso). Quatro descrevem atributos individuais e os outros 5 refletem características dos domicílios. São eles: custo da conexão domiciliar, plano de celular, dispositivos per capita, computador no domicílio, uso diversificado de dispositivos, tipo de conexão domiciliar, velocidade da conexão domiciliar, frequência de uso da Internet e locais de uso diversificado.

A partir da soma das 9 variáveis selecionadas, os pesquisadores estabeleceram diferentes níveis de conectividade significativa, o que resultou numa escala de 0 a 9 para cada pessoa presente na amostra, na qual o score 0 indica ausência de todas as características aferidas, enquanto o 9 denota a presença de todas elas. Dentre as 4 dimensões analisadas, foram os indicadores de acessibilidade financeira que apresentaram o pior desempenho, seguidos pelos de acesso a equipamentos e de qualidade da conexão.

“A complexidade do cenário atual, marcado por rápidos avanços tecnológicos, tem exigido um alargamento da compreensão sobre inclusão digital. Considerar o nível de conectividade de um país pela quantidade de usuários de Internet entre seus habitantes não é mais suficiente. Os debates mais recentes no Brasil e no exterior sobre a questão enfatizam a necessidade de pensar na conectividade de maneira abrangente. Para entendermos melhor nossa realidade, decidimos dar um passo além e, numa iniciativa inédita, investigamos a qualidade da conectividade dos brasileiros por meio de diferentes recortes”, destaca Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br|NIC.br.

“Não estamos defendendo que se trate de uma abordagem única e exclusiva para medir o fenômeno, mas de um exercício analítico, e que terá de ser revisado no futuro. Sabemos que os condicionantes de qualidade de acesso mudam à medida que as tecnologias se modificam, e os usos que as pessoas fazem delas variam. Nossa intenção é contribuir com o debate em nível global a partir de uma experiência concreta”, acrescenta Barbosa.

Maioria na pior faixa

Os resultados por faixas de conectividade revelam que o maior grupo observado é o com scores de até 2 pontos, e que corresponde a um terço (33%) da população. Se essa proporção for somada com a do grupo que ocupa a faixa de 3 a 4 pontos (24%), é possível afirmar que 57% dos brasileiros estão em situação de baixa conectividade significativa. Somente 22% alcançaram a maior faixa (de 7 a 9) e 20% ficaram na de 5 a 6 pontos.

Considerando exclusivamente como usuários aqueles que se conectaram à Internet ao menos uma única vez nos 3 meses anteriores à sondagem), as porcentagens são: 23% (0 a 2 pontos), 27% (3 a 4 pontos), 23% (5 a 6 pontos) e 26% (7 a 9 pontos). Já os não usuários obtiveram os seguintes resultados: 86% (0 a 2 pontos), 11% (3 a 4 pontos) e 3% (3 a 4 pontos).

“Mesmo não usuários diretos de Internet podem apresentar algum grau de conectividade, caso convivam ou residam em local com conexão, por exemplo, o que aumentaria as chances de esse indivíduo ter algum aproveitamento da rede, ainda que de maneira indireta, por meio da ajuda de parentes ou conhecidos”, explica Graziela Castello, coordenadora de estudos setoriais no Cetic.br e responsável pelo levantamento.

Apesar do cenário desafiador, houve uma melhora gradativa ao longo da série histórica da TIC Domicílios, que vem sendo realizada pelo Cetic.br de forma ininterrupta há 19 anos. A análise retrospectiva dos níveis de conectividade significativa identificou uma redução na disparidade entre os grupos que ocupam os extremos da escala. Em 2017, 48% da população tinham score entre 0 e 2 e apenas 10% estavam na faixa de 7 a 9 pontos – uma distância de 38 pontos percentuais. Em 2019, a diferença entre eles recuou para 29 p.p.; em 2021, para 22 p.p.; e, em 2023, para 11 p.p.

“Esse quadro sugere uma tendência positiva, mas ainda que tenha sido detectada uma melhora progressiva, é preciso celeridade para reduzir as disparidades de conectividade no Brasil, que são reflexo direto das desigualdades que marcam a estrutura social do país”, ressalta a coordenadora.

Camadas e dimensões

O estudo incorporou análise em duas camadas, considerando dimensões territoriais, sociodemográficas e socioeconômicas, e aferindo a qualificação para o uso da Internet, bem como os tipos de atividades desenvolvidas na rede. “Com a primeira camada, tentamos identificar as brechas em inclusão digital. Já a segunda diz respeito à avaliação dos níveis de conectividade por habilidades digitais e atividades online, o que nos permite avançar na compreensão sobre as condições da população para o aproveitamento das oportunidades e o gerenciamento dos riscos postos pelo mundo digital. Juntas, elas nos permitiram compreender as nuances da conectividade digital no país”, comenta Graziela Castello.

A dimensão territorial (com recortes por regiões do país, áreas rurais x urbanas, unidades da federação e porte dos municípios por tamanho da população) abrange a distribuição geográfica do acesso e sua qualidade, enquanto a dimensão sociodemográfica analisa a conectividade em relação a presença de crianças no domicílio, idade, sexo, cor e raça. Já a dimensão socioeconômica considera a relação entre a conectividade e características dos indivíduos tais como: classe socioeconômica, presença na força de trabalho, escolaridade e ser (ou não) beneficiário de programa social. A avaliação feita com base nesses aspectos mostrou que as piores condições para conectividade significativa estão concentradas nos grupos populacionais historicamente excluídos.

Principais resultados

Norte e o Nordeste têm as piores condições de conectividade significativa, com apenas 11% e 10% da população, respectivamente, na faixa entre 7 e 9 pontos, e 44% e 48% (na mesma ordem), ocupando o outro extremo da escala (até 2 pontos) – a média nacional é de 33%. Em contrapartida, Sul (27%) e Sudeste (31%) registraram os melhores índices, sendo as únicas regiões no país em que a quantidade de habitantes na maior faixa é superior do que aquela na pior faixa.

A área e o porte do município de residência também demonstram forte associação com o nível de conectividade significativa. Quanto maior a cidade, melhor o desempenho. Naquelas com até 50 mil habitantes, 44% da população encontra-se na pior faixa da escala. Nas com mais de 500 mil habitantes, por sua vez, a proporção negativa cai quase pela metade (24%). Em relação à área, enquanto 30% dos habitantes das localidades urbanas estão no grupo de pior faixa (até 2 pontos), 54% da população em zonas rurais encontra-se nessa condição.

No recorte de faixa etária, o levantamento confirma a maior vulnerabilidade à exclusão digital dos idosos: 61% dos brasileiros com 60 anos ou mais apresentam scores mais baixos (até 2 pontos) de conectividade significativa, proporção muito acima da verificada no país de maneira geral (33%). E, diferentemente do que sugere o senso-comum, os dados desmentem a ideia de que os mais jovens apresentariam melhores indicadores no mesmo quesito. O estudo revela que somente 16% e 24% daqueles com idades entre 10 e 15 anos e 16 e 24 anos, respectivamente, estão na faixa mais alta (entre 7 e 9 pontos). Os níveis mais elevados ocorrem justamente entre os grupos etários de maior incidência no mercado de trabalho (entre 25 e 44 anos).

“O estudo questiona a ideia de que os gargalos para inclusão digital seriam sanados por uma possível transição geracional, uma vez que os jovens já seriam super conectados. Quando olhamos para os usuários de Internet de maneira geral, isso se confirma, mas ao complexificarmos a análise e entendermos a conectividade como um todo, fica claro que uma parcela importante desse grupo possui condições precárias de conectividade e vai ingressar no mercado de trabalho com uma desvantagem grande. A realidade de um jovem que mora na periferia e não tem qualidade de conexão é muito distinta da de um jovem da mesma idade que tem melhores condições. Essas diferenças potencializam desigualdades já existentes”, alerta Graziela Castello.

A proporção de pessoas com melhor conectividade significativa também é consideravelmente maior entre os entrevistados do sexo masculino (28%), na comparação com os do sexo feminino (17%) – 11 p.p. de diferença. O estudo enfatizou que examinados isoladamente, alguns indicadores de acesso às tecnologias não evidenciam as desigualdades entre homens e mulheres. Por exemplo, a prevalência de usuários de Internet no Brasil mostra distâncias pouco significativas entre esses dois grupos. Contudo, uma análise combinada de indicadores revela condições de conectividade mais precárias para a população feminina, sublinhando barreiras pré-existentes para sua inclusão produtiva, equiparação em renda, incidência pública e participação na vida social, política e econômica do país.

Essa desigualdade também fica evidente na análise dos dados com base na autodeclaração de cor ou raça dos respondentes. Entre os brancos, 32% estão na faixa mais alta (score entre 7 e 9). Já entre pretos e pardos, a porcentagem cai para 18%.

A pesquisa identificou ainda que, quanto maior o grau de escolaridade, menor a proporção de brasileiros com score entre 0 e 2 e maior a proporção daqueles na faixa entre 7 e 9. Entre os que possuem até o Ensino Fundamental I, a maioria (68%) está na pior faixa de pontuação, e apenas 3%, na melhor. O quadro se inverte entre os com Ensino Superior: apenas 7% obtiveram a pior pontuação, enquanto 59% ficaram com os maiores scores.

Grande distância também se revela na comparação entre extratos sociais. Na classe A, a grande maioria (83%) está na melhor faixa de pontuação e apenas 1%, na pior. Por outro lado, entre as pessoas nas Classes DE, a realidade é totalmente distinta: apenas 1% delas está na melhor faixa e a maioria (64%), na pior.

Qualificação para o uso da Internet

Os pesquisadores analisaram a relação entre os diferentes níveis de conectividade significativa e os tipos de uso da Internet e a qualificação dos brasileiros para utilizar a rede. A avaliação foi feita com base nas habilidades digitais e as atividades realizadas no ambiente online.

Processados para o total de usuários de Internet em território nacional – não para a população como um todo -, os resultados mostram uma associação direta entre conectividade significativa e habilidades digitais. Quanto melhores os scores de conectividade significativa, maiores as competências técnicas para lidar com as tecnologias, evidenciando que aqueles com condições de acesso mais frágeis são justamente os com menos competências para mitigar os riscos associados aos usos da rede.

Os pesquisadores analisaram também 14 atividades diferentes, agrupadas em três grandes tipos: “comunicação e entretenimento”, “busca de informações” e “atividades transacionais” – estas últimas envolvem a troca de informações, bens ou serviços entre usuários, empresas ou organizações. A relação entre melhores condições de conectividade e maior incidência de realização das atividades no ambiente virtual é explícita, ainda que em gradações diversas.

Para atividades de sociabilidade primária ou de entretenimento (tais como envio de mensagens instantâneas, uso de redes sociais e assistir a vídeos online), por exemplo, o nível de conectividade significativa teve menos efeito, diferentemente do que aconteceu no caso de atividades de maior complexidade e com maior potencial para emancipação das pessoas, como aquelas associadas à busca de informações sobre direitos e serviços, e atividades de natureza transacional, como operações financeiras e usos de serviços digitais de governo.

O estudo na íntegra está disponível no site: https://cetic.br/pt/publicacao/conectividade-significativa-propostas-para-medicao-e-o-retrato-da-populacao-no-brasil/

Seminário

“Conectividade Significativa: propostas para medição e o retrato da população no Brasil” faz parte da série Cadernos NIC.br de Estudos Setoriais. Além de Graziela Castello, coordenadora da pesquisa, participaram da publicação Sonia Jorge e Onica N. Mkwakwa (Global Digital Inclusion Partnership), União Internacional de Telecomunicações (UIT) e Fernando Rojas (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe das Nações Unidas – CEPAL).

O lançamento do documento aconteceu durante o Seminário Conectividade Significativa, realizado pela Câmara de Universalização e Inclusão Digital do CGI.br, nos dias 16 e 17 e abril, em Brasília. Para rever o evento, acesse o canal do NIC no Youtube.